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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

A violência exclui a voluntariedade? Primeira seção da Segunda Parte, questão 6, artigo 5, parte 3 de 3.

Retomando. Vimos, no texto anterior, que Tomás entende a violência como algo que se opõe simultaneamente à voluntariedade e à natureza. Como entender isso? Tomás nos apresenta um mundo consistente, no qual todas as coisas (nós também) temos um movimento,... Continue lendo →

A violência exclui a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 5, parte 2 de 3.

Retomando. Vimos, então, o interessante debate sobre o efeito da violência na voluntariedade dos atos humanos. É preciso que lembremos sempre que um ato propriamente humano é justamente caracterizado por ser voluntário; deste modo, como interpretar os atos que decorrem... Continue lendo →

A violência exclui a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 5, parte 1 de 3.

Introdução. Vimos, no artigo anterior, que a violência incide sobre o chamado “ato imperado”, ou seja, quando alguém sofre violência, aquilo que ele faz é diferente daquilo que ele delibera. O ponto, aqui, é saber se ainda podemos chamar de... Continue lendo →

A violência sofrida anula a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 06, artigo 4, parte 3 de 3. 

Retomando para concluir. A violência pode provocar os atos externos de uma criatura inteligente, dotada de vontade. Mas não pode compelir seu ato interno, a própria escolha e decisão daquele que sofre a violência. É certo que podemos ceder aos... Continue lendo →

A violência sofrida anula a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 06, artigo 4, parte 2 de 3.

Retomando. Não se pode confundir voluntariedade com espontaneidade, nem mesmo se pode confundir voluntariedade com desvinculação de estímulos exteriores. A modernidade quis transformar a vontade em algo originante, em uma força motora da realidade, e a liberdade com a independência... Continue lendo →

A violência sofrida anula a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 06, artigo 4, parte 1 de 3.

Introdução. Nesta questão, estamos estudando a vontade humana, que é pressuposto para a liberdade. Somente entendendo como ela funciona podemos entender como ela pode se dirigir para seu próprio fim de modo adequado, realizando-se. Uma vez que está no poder... Continue lendo →

A voluntariedade humana sempre se expressa num agir? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 3, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. Toda vez que escolhemos não querer, ou que queremos não agir, ali onde deveríamos ou poderíamos agir, esta atitude revela a nossa voluntariedade. Escolher não escolher é uma possibilidade - como o eleitor que vota em branco... Continue lendo →

A voluntariedade humana sempre se expressa num agir? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 3, parte 2 de 3.

Retomando. Será que não fazer alguma coisa, a omissão de comportamentos, pode também expressar a voluntariedade humana? Ou será que apenas os atos efetivamente praticados podem revelar voluntariedade? Podemos querer não fazer, ou até querer não querer? Vimos, no último... Continue lendo →

A voluntariedade humana sempre se expressa num agir? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 3, parte 1 de 3.

Introdução. A questão em debate aqui é a voluntariedade na ação humana, mas centralmente debateremos a questão da voluntariedade na omissão. Podemos imaginar que a voluntariedade humana se expressa quando agimos, mas como podemos imaginar que não agir pode representar... Continue lendo →

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