Queridos amigos, a proposta deste blog é ler a Suma Teológica desde a primeira questão até a última. Aqui, temos dois índices: um primeiro índice dos grandes temas da Suma que já comentamos, e em seguida os links por ordem... Continue lendo →
Retomada e colocação do problema. Dizíamos, no texto anterior, que o ato humano pode ser pensado abstratamente, em seu tipo, em sua espécie, como algo exemplar, universal, algo como um rótulo que colocamos em determinadas condutas humanas. Seria como pensar... Continue lendo →
Introdução. Os Atos Humanos em sua Concretude Histórica: As Circunstâncias. Até agora, estávamos estudando, nas questões anteriores, o ato humano em suas dimensões abstratas: a voluntariedade dos atos humanos e aquilo que pode alterá-la ou reduzi-la, como a violência, o... Continue lendo →
Retomando para finalizar. Vimos, no texto anterior, a resposta sintetizadora de Tomás a respeito da influência da ignorância na voluntariedade das ações humanas. Vimos, ali, mais uma daquelas distinções geniais de Tomás, com a qual ele desata o nó da... Continue lendo →
Retomando. Vimos, no texto anterior, o debate sobre a questão da ignorância na formação da vontade. Não se pode querer aquilo que não se conhece, sabemos disso. Mas a hipótese inicial apresentada ali nos propunha, para provocar o debate, que... Continue lendo →
Introdução. Nesta sexta questão desta segunda seção da primeira parte da Suma, o que está em debate é a voluntariedade dos atos humanos e seus limites internos. Já debatemos se a voluntariedade está presente nos atos humanos (artigo 1), nos... Continue lendo →
Retomando para encerrar. Vimos, no texto anterior, que Tomás não equipara a concupiscência ao pecado. Como não o faz o Magistério da Igreja Católica. De fato, para o Magistério, tal como expresso no Catecismo da Igreja Católica, as paixões, isto... Continue lendo →
Retomando. Vimos, no texto anterior, que São Tomás de Aquino entende a tal da concupiscência como aquele desejo ardente e forte, um entusiasmo da nossa sensibilidade quando interpelada por coisas materiais muito atraentes. Vimos, ali, a hipótese inicial de que... Continue lendo →
Introdução. Neste artigo, Tomás debate a influência da concupiscência sobre a voluntariedade dos atos. E aqui surge um pequeno problema de comunicação para nós leitores de hoje: a palavra concupiscência adquiriu um significado quase exclusivamente pejorativo ou associado diretamente ao... Continue lendo →
Retomando para concluir. No texto anterior, concluímos com a afirmação de que o medo não anula a voluntariedade da ação concreta: agir sob ameaça é uma escolha real diante de circunstâncias reais — um ato essencialmente voluntário nas circunstâncias presentes,... Continue lendo →