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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Ler a Suma Teológica: proposta e índice.

Queridos amigos, a proposta deste blog é ler a Suma Teológica desde a primeira questão até a última. Aqui, temos dois índices: um primeiro índice dos grandes temas da Suma que já comentamos, e em seguida os links por ordem... Continue lendo →

Post Destacado

A violência exclui a voluntariedade? Primeira seção da Segunda Parte, questão 6, artigo 5, parte 3 de 3.

Retomando. Vimos, no texto anterior, que Tomás entende a violência como algo que se opõe simultaneamente à voluntariedade e à natureza. Como entender isso? Tomás nos apresenta um mundo consistente, no qual todas as coisas (nós também) temos um movimento,... Continue lendo →

A violência exclui a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 5, parte 2 de 3.

Retomando. Vimos, então, o interessante debate sobre o efeito da violência na voluntariedade dos atos humanos. É preciso que lembremos sempre que um ato propriamente humano é justamente caracterizado por ser voluntário; deste modo, como interpretar os atos que decorrem... Continue lendo →

A violência exclui a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 5, parte 1 de 3.

Introdução. Vimos, no artigo anterior, que a violência incide sobre o chamado “ato imperado”, ou seja, quando alguém sofre violência, aquilo que ele faz é diferente daquilo que ele delibera. O ponto, aqui, é saber se ainda podemos chamar de... Continue lendo →

A violência sofrida anula a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 06, artigo 4, parte 3 de 3. 

Retomando para concluir. A violência pode provocar os atos externos de uma criatura inteligente, dotada de vontade. Mas não pode compelir seu ato interno, a própria escolha e decisão daquele que sofre a violência. É certo que podemos ceder aos... Continue lendo →

A violência sofrida anula a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 06, artigo 4, parte 2 de 3.

Retomando. Não se pode confundir voluntariedade com espontaneidade, nem mesmo se pode confundir voluntariedade com desvinculação de estímulos exteriores. A modernidade quis transformar a vontade em algo originante, em uma força motora da realidade, e a liberdade com a independência... Continue lendo →

A violência sofrida anula a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 06, artigo 4, parte 1 de 3.

Introdução. Nesta questão, estamos estudando a vontade humana, que é pressuposto para a liberdade. Somente entendendo como ela funciona podemos entender como ela pode se dirigir para seu próprio fim de modo adequado, realizando-se. Uma vez que está no poder... Continue lendo →

A voluntariedade humana sempre se expressa num agir? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 3, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. Toda vez que escolhemos não querer, ou que queremos não agir, ali onde deveríamos ou poderíamos agir, esta atitude revela a nossa voluntariedade. Escolher não escolher é uma possibilidade - como o eleitor que vota em branco... Continue lendo →

A voluntariedade humana sempre se expressa num agir? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 3, parte 2 de 3.

Retomando. Será que não fazer alguma coisa, a omissão de comportamentos, pode também expressar a voluntariedade humana? Ou será que apenas os atos efetivamente praticados podem revelar voluntariedade? Podemos querer não fazer, ou até querer não querer? Vimos, no último... Continue lendo →

A voluntariedade humana sempre se expressa num agir? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 3, parte 1 de 3.

Introdução. A questão em debate aqui é a voluntariedade na ação humana, mas centralmente debateremos a questão da voluntariedade na omissão. Podemos imaginar que a voluntariedade humana se expressa quando agimos, mas como podemos imaginar que não agir pode representar... Continue lendo →

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