Retomando. No texto anterior, vimos a questão da influência que o medo tem na tomada de decisões. Já sabemos que a liberdade é muito mais do que a capacidade de escolher, e envolve alcançar o bem que é Deus junto... Continue lendo →
Introdução. Estamos, aqui, debatendo a questão da liberdade, mas num nível introdutório. Trata-se de avaliar os pressupostos da liberdade, ou seja, a possibilidade de realizar escolhas livres. Sob violência ou sob medo não se pode ser livre, mas, ainda que... Continue lendo →
Retomando. Vimos, no texto anterior, que Tomás entende a violência como algo que se opõe simultaneamente à voluntariedade e à natureza. Como entender isso? Tomás nos apresenta um mundo consistente, no qual todas as coisas (nós também) temos um movimento,... Continue lendo →
Retomando. Vimos, então, o interessante debate sobre o efeito da violência na voluntariedade dos atos humanos. É preciso que lembremos sempre que um ato propriamente humano é justamente caracterizado por ser voluntário; deste modo, como interpretar os atos que decorrem... Continue lendo →
Introdução. Vimos, no artigo anterior, que a violência incide sobre o chamado “ato imperado”, ou seja, quando alguém sofre violência, aquilo que ele faz é diferente daquilo que ele delibera. O ponto, aqui, é saber se ainda podemos chamar de... Continue lendo →
Retomando para concluir. A violência pode provocar os atos externos de uma criatura inteligente, dotada de vontade. Mas não pode compelir seu ato interno, a própria escolha e decisão daquele que sofre a violência. É certo que podemos ceder aos... Continue lendo →
Retomando. Não se pode confundir voluntariedade com espontaneidade, nem mesmo se pode confundir voluntariedade com desvinculação de estímulos exteriores. A modernidade quis transformar a vontade em algo originante, em uma força motora da realidade, e a liberdade com a independência... Continue lendo →
Introdução. Nesta questão, estamos estudando a vontade humana, que é pressuposto para a liberdade. Somente entendendo como ela funciona podemos entender como ela pode se dirigir para seu próprio fim de modo adequado, realizando-se. Uma vez que está no poder... Continue lendo →
Retomando para concluir. Toda vez que escolhemos não querer, ou que queremos não agir, ali onde deveríamos ou poderíamos agir, esta atitude revela a nossa voluntariedade. Escolher não escolher é uma possibilidade - como o eleitor que vota em branco... Continue lendo →