Introdução. A qual esperança fomos chamados? Vimos, no artigo anterior, que a felicidade em sentido próprio não se pode viver nesta vida, porque deve ser plena, estável, firme e consolidada. É a amizade com Deus, vivida face a face, à... Continue lendo →
Retomando para concluir. Queremos ser felizes. Esta é a motivação fundamental que nos leva a buscar viver, e viver bem. Quem não quer ser feliz, quem renunciou a essa busca, cai num estado patológico, seja de depressão que paralisa, seja... Continue lendo →
Retomando. Podemos esperar a felicidade completa nesta vida? Existe a possibilidade de ser plenamente feliz aqui mesmo? Este é o debate que se iniciou no texto anterior. Importantíssimo, como vimos, porque toca um ponto essencial para nossa vida: a mundanidade,... Continue lendo →
Introdução. Não há dúvida de que um grande número de pessoas espera a felicidade já para esta vida e vive como se não houvesse uma eternidade. Assim, cai-se ou no hedonismo - a busca do prazer pelo prazer - ou... Continue lendo →
Retomando para concluir. O amor de Deus não é padronizado. É personalizado. Ele ama a cada um de um modo diferente, próprio para cada amado. e o amor de Deus é tão perfeito que se adequa de modo completo a... Continue lendo →
Retomando. Quão possível é que haja pessoas mais felizes que outras num contexto em que todos são tão felizes quanto é possível ser feliz? A hipótese inicial, que vimos no último texto, quer nos fazer acreditar que isto não é... Continue lendo →
Introdução. A questão, aqui, é debater se há graus de felicidade, isto é, se podemos ser, no céu, na vida eterna, mais bem-aventurados do que outros seres humanos. Não é um debate trivial: trata-se de saber se podemos aumentar nossa... Continue lendo →
Retomando para concluir. No último texto, vimos como Tomás nos explica que somos capazes da felicidade; principalmente da felicidade eterna junto a Deus. Devemos ser santos, e este é o nosso fim. Somente os santos, elevados à amizade de Deus... Continue lendo →
Retomando. Vimos, no texto anterior, a hipótese controvertida que propõe que essa tal “felicidade plena”, pela amizade com Deus na eternidade, não é algo alcançável pelos seres humanos. Vimos o primeiro argumento em favor dessa hipótese, que propõe que, na... Continue lendo →