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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

A violência sofrida anula a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 06, artigo 4, parte 3 de 3. 

Retomando para concluir. A violência pode provocar os atos externos de uma criatura inteligente, dotada de vontade. Mas não pode compelir seu ato interno, a própria escolha e decisão daquele que sofre a violência. É certo que podemos ceder aos... Continue lendo →

A violência sofrida anula a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 06, artigo 4, parte 2 de 3.

Retomando. Não se pode confundir voluntariedade com espontaneidade, nem mesmo se pode confundir voluntariedade com desvinculação de estímulos exteriores. A modernidade quis transformar a vontade em algo originante, em uma força motora da realidade, e a liberdade com a independência... Continue lendo →

A violência sofrida anula a voluntariedade? Primeira seção da segunda parte, questão 06, artigo 4, parte 1 de 3.

Introdução. Nesta questão, estamos estudando a vontade humana, que é pressuposto para a liberdade. Somente entendendo como ela funciona podemos entender como ela pode se dirigir para seu próprio fim de modo adequado, realizando-se. Uma vez que está no poder... Continue lendo →

A voluntariedade humana sempre se expressa num agir? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 3, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. Toda vez que escolhemos não querer, ou que queremos não agir, ali onde deveríamos ou poderíamos agir, esta atitude revela a nossa voluntariedade. Escolher não escolher é uma possibilidade - como o eleitor que vota em branco... Continue lendo →

A voluntariedade humana sempre se expressa num agir? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 3, parte 2 de 3.

Retomando. Será que não fazer alguma coisa, a omissão de comportamentos, pode também expressar a voluntariedade humana? Ou será que apenas os atos efetivamente praticados podem revelar voluntariedade? Podemos querer não fazer, ou até querer não querer? Vimos, no último... Continue lendo →

A voluntariedade humana sempre se expressa num agir? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 3, parte 1 de 3.

Introdução. A questão em debate aqui é a voluntariedade na ação humana, mas centralmente debateremos a questão da voluntariedade na omissão. Podemos imaginar que a voluntariedade humana se expressa quando agimos, mas como podemos imaginar que não agir pode representar... Continue lendo →

Os animais não humanos agem voluntariamente? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 2, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. Dizíamos que é inegável que os animais não racionais têm uma sagacidade que muitas vezes nos surpreende. Possuem, muitas vezes, um alto grau de discernimento prático, e com isso se torna difícil distinguir em que grau são... Continue lendo →

Corpus Christi numa bela canção pop

Há uma música que sempre me intrigou. Chama-se “One of Us”, da Joan Osborne (pode ser encontrada no Youtube aqui), na qual ela diz assim: E se Deus fosse um de nós? Apenas um desajeitado como um de nós Apenas... Continue lendo →

Os animais não humanos agem voluntariamente? Primeira seção da segunda parte, questão 6, artigo 2, parte 2 de 3.

Retomando. Os animais apresentam comportamentos que, muitas vezes, nos surpreendem. Eles são capazes de espontaneidade, são capazes de escolhas e interações que, às vezes, torna muito difícil entender qual a diferença do tipo de sagacidade que apresentam para a racionalidade... Continue lendo →

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