Retomando para concluir. Toda vez que escolhemos não querer, ou que queremos não agir, ali onde deveríamos ou poderíamos agir, esta atitude revela a nossa voluntariedade. Escolher não escolher é uma possibilidade - como o eleitor que vota em branco... Continue lendo →
Retomando. Será que não fazer alguma coisa, a omissão de comportamentos, pode também expressar a voluntariedade humana? Ou será que apenas os atos efetivamente praticados podem revelar voluntariedade? Podemos querer não fazer, ou até querer não querer? Vimos, no último... Continue lendo →
Introdução. A questão em debate aqui é a voluntariedade na ação humana, mas centralmente debateremos a questão da voluntariedade na omissão. Podemos imaginar que a voluntariedade humana se expressa quando agimos, mas como podemos imaginar que não agir pode representar... Continue lendo →
Retomando para concluir. Dizíamos que é inegável que os animais não racionais têm uma sagacidade que muitas vezes nos surpreende. Possuem, muitas vezes, um alto grau de discernimento prático, e com isso se torna difícil distinguir em que grau são... Continue lendo →
Introdução. Um debate que tem ocorrido de modo muito intenso no mundo da sociologia, ou mais propriamente no campo de intercessão entre a sociologia e a filosofia, respeito da presença do humano no social. De fato, a tendência a humanizar,... Continue lendo →
De volta para concluir. Nosso fazer é sempre condicional, limitado, contingente, histórico e espacialmente circunscrito. Mas, ainda assim, deliberado. É preciso resgatar a noção de que somos seres pensantes, inteligentes, capazes de conhecer racionalmente as coisas e de querer as... Continue lendo →
Retomando. Será que somos apenas reativos, seres determinados pelos estímulos externos, incapazes de real capacidade de escolha? Esta foi a hipótese que vimos no texto anterior. A hipótese apresentada propunha que os atos humanos nada têm de voluntário, mas são... Continue lendo →
introdução. Ao longo das primeiras cinco questões desta parte da Suma, tratamos da felicidade como fim último do ser humano e como motivo fundamental de atuarmos. Debatemos em que ela consiste (a amizade com deus pela eternidade) e como obtê-la... Continue lendo →