Retomando. Vimos, no texto anterior, o debate sobre a questão da ignorância na formação da vontade. Não se pode querer aquilo que não se conhece, sabemos disso. Mas a hipótese inicial apresentada ali nos propunha, para provocar o debate, que... Continue lendo →
Introdução. Nesta sexta questão desta segunda seção da primeira parte da Suma, o que está em debate é a voluntariedade dos atos humanos e seus limites internos. Já debatemos se a voluntariedade está presente nos atos humanos (artigo 1), nos... Continue lendo →
Retomando para encerrar. Vimos, no texto anterior, que Tomás não equipara a concupiscência ao pecado. Como não o faz o Magistério da Igreja Católica. De fato, para o Magistério, tal como expresso no Catecismo da Igreja Católica, as paixões, isto... Continue lendo →
Retomando. Vimos, no texto anterior, que São Tomás de Aquino entende a tal da concupiscência como aquele desejo ardente e forte, um entusiasmo da nossa sensibilidade quando interpelada por coisas materiais muito atraentes. Vimos, ali, a hipótese inicial de que... Continue lendo →
Introdução. Neste artigo, Tomás debate a influência da concupiscência sobre a voluntariedade dos atos. E aqui surge um pequeno problema de comunicação para nós leitores de hoje: a palavra concupiscência adquiriu um significado quase exclusivamente pejorativo ou associado diretamente ao... Continue lendo →
Retomando para concluir. No texto anterior, concluímos com a afirmação de que o medo não anula a voluntariedade da ação concreta: agir sob ameaça é uma escolha real diante de circunstâncias reais — um ato essencialmente voluntário nas circunstâncias presentes,... Continue lendo →
Retomando. No texto anterior, vimos a questão da influência que o medo tem na tomada de decisões. Já sabemos que a liberdade é muito mais do que a capacidade de escolher, e envolve alcançar o bem que é Deus junto... Continue lendo →