1. Pequena retomada. O debate colocado diz respeito à alma dos animais irracionais. Serão elas subsistentes, e, portanto, imperecíveis como as almas humanas? Será que, por partilharmos com eles da animalidade, isto implica que eles partilhem conosco da imortalidade? Esta... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, nos dois artigos anteriores, que a alma humana é imaterial e subsistente, isto é, capaz de sobreviver à morte. Mas ocorre que, na terminologia da filosofia clássica, adotada pela Suma, qualquer ser vivo tem alma. É fácil... Continue lendo →
1. Retomando. Alguém já chamou o ser humano de “centauro metafísico”, exatamente porque une em si a realidade do mundo material (que as outras criaturas, mesmo os seres vivos, não conseguem superar), e a realidade espiritual, que compartilha de certo... Continue lendo →
1. Palavras introdutórias. Que alguma espécie de sobrevivência humana existia, isto intuíram todos os povos e religiões. É certo que sempre houve alguns, como os antigos hebreus e mesmo os saduceus, que reduziam esta sobrevivência a uma espécie de sombra... Continue lendo →
1. Retomando. O corpo e a alma não são duas coisas. São elementos de uma coisa só, o ser humano. Assim, poderíamos dizer que a alma é, de fato, corporal; ela existe no corpo e para o corpo. É certo... Continue lendo →
1. Primeiras palavras. A alma, definitivamente, não é uma coisa. Ela é uma estrutura, ou seja, ela se explica como aquilo que torna um ser humano aquilo que ele é. Pensemos num texto, escrito numa folha de papel. Do ponto... Continue lendo →
1. Primeiras considerações. Chegamos na parte propriamente antropológica da Suma. Não podemos imaginar que Tomás é algum tipo de espiritualista. Ele não é. Ele tem muita consciência de que a natureza humana é uma natureza animal, de um animal espiritual... Continue lendo →