1. Retomando o tema. O ser humano é uma unidade. Ele não é um amontoado de capacidades, tendências e mecanismos, mas um ente, uma substância, composto, é certo, de elementos heterogêneos, mas unificados e harmonizados de tal modo que a... Continue lendo →
1. Introdução. O dualismo platônico nunca conseguiu reconciliar o mundo das ideias com o mundo material; propõe, desde sempre, que aquele é mais real do que este, e este, o mundo material, é apenas uma cópia inferior daquele, dotado, portanto,... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, as tendências históricas a imaginar que existem algumas características acidentais que “preparam” o corpo humano para receber a alma como sua forma substancial, em três argumentos, e vimos também o argumento sed contra que, fundamentando-se na... Continue lendo →
1. Retomando. Quase chegando ao fim deste artigo, vimos a importância de reconhecer que a alma intelectiva é a estrutura, quer dizer, a forma substancial do ser humano, e isto implica reconhecer a inteireza, a substancialidade do ser humano marcada... Continue lendo →
1. Retomando. A alma humana é uma única estrutura formal, e é a única estrutura formal que organiza o ser humano para ser o que é. As outras estruturas que os indivíduos humanos apresentam não estão em sua alma, porque... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, nos dois artigos anteriores, que a alma humana é imaterial e subsistente, isto é, capaz de sobreviver à morte. Mas ocorre que, na terminologia da filosofia clássica, adotada pela Suma, qualquer ser vivo tem alma. É fácil... Continue lendo →
1. Retomando. O corpo e a alma não são duas coisas. São elementos de uma coisa só, o ser humano. Assim, poderíamos dizer que a alma é, de fato, corporal; ela existe no corpo e para o corpo. É certo... Continue lendo →
1. Primeiras palavras. A alma, definitivamente, não é uma coisa. Ela é uma estrutura, ou seja, ela se explica como aquilo que torna um ser humano aquilo que ele é. Pensemos num texto, escrito numa folha de papel. Do ponto... Continue lendo →