1. Introdução. Vimos, então, esta relação entre o objeto do intelecto, que é o verdadeiro universal (ou seja, a nossa tendência a conhecer tudo sobre tudo, verdadeiramente), e que nos move como causa final, por um lado, e o objeto... Continue lendo →
1. De volta. Vimos, então, a função de governo, como causa eficiente universal, que a vontade tem, em nós, similar àquela que o governante exerce na sociedade: é pela sua coordenação que mantemos a nossa própria unidade existencial. É assim... Continue lendo →
1. Retomando. Não somos intelectos isolados no mundo, não existimos apenas em função de acumular conhecimentos; somos seres que querem, somos seres que amam. Mas querer e amar pressupõem o saber. Eu só posso querer e amar aquilo que conheço;... Continue lendo →
1. Introdução. Se o intelecto, ordinariamente, é a potência humana mais elevada, e a vontade depende daquele bem que o intelecto conhece e apresenta, para mover-se, então seria de imaginar que o intelecto tem a prioridade sobre a vontade, quer... Continue lendo →
1. Para retomar. O intelecto, em si mesmo, é mais nobre que a vontade, e tem a prioridade em nós. Mas, em razão do seu objeto, a vontade pode vir a se tornar mais nobre que o intelecto, quando seu... Continue lendo →
1. Retomando. O voluntarismo é um mal; o intelectualismo também. Mas conhecer os caminhos da alma é sempre algo muito adequado para o ser humano. Vimos, no texto anterior, como a noção de “fim” levou os argumentos objetores a colocarem... Continue lendo →
1. Introdução. Um intelecto sem vontade está doente, apático, deprimido. Uma vontade sem intelecto está louca. A relação entre estas duas potências é tão entrelaçada que seria difícil defender que uma das duas tenha a primazia sobre a outra. Mas... Continue lendo →
1. Retornar ao debate. Vimos, portanto, que a possibilidade de escolher o bem ao qual aderir decorre de que não vemos Deus em sua essência, nesta vida. Uma vez que a inteligência é capaz de conhecer as coisas sob diversas... Continue lendo →
1. Voltando ao tema. Houve, na época de Tomás (como hoje em dia) uma certa resistência a Aristóteles, sob a visão de que ele tornava a vontade submetida à inteligibilidade do bem, e assim não existiria a escolha, mas apenas... Continue lendo →