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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

A vontade humana pode ser dividida em irascível e concupiscível? Primeira parte, questão 82, artigo 5, parte 1 de 3.

1. Introdução. Vimos, então, esta relação entre o objeto do intelecto, que é o verdadeiro universal (ou seja, a nossa tendência a conhecer tudo sobre tudo, verdadeiramente), e que nos move como causa final, por um lado, e o objeto... Continue lendo →

A nossa vontade é capaz de mover nosso intelecto? Primeira parte, questão 82, artigo 4, parte 3 de 3.

1. De volta. Vimos, então, a função de governo, como causa eficiente universal, que a vontade tem, em nós, similar àquela que o governante exerce na sociedade: é pela sua coordenação que mantemos a nossa própria unidade existencial. É assim... Continue lendo →

A nossa vontade é capaz de mover nosso intelecto? Primeira parte, questão 82, artigo 4, parte 2 de 3.

1. Retomando. Não somos intelectos isolados no mundo, não existimos apenas em função de acumular conhecimentos; somos seres que querem, somos seres que amam. Mas querer e amar pressupõem o saber. Eu só posso querer e amar aquilo que conheço;... Continue lendo →

A nossa vontade é capaz de mover nosso intelecto? Primeira parte, questão 82, artigo 4, parte 1 de 3.

 1. Introdução. Se o intelecto, ordinariamente, é a potência humana mais elevada, e a vontade depende daquele bem que o intelecto conhece e apresenta, para mover-se, então seria de imaginar que o intelecto tem a prioridade sobre a vontade, quer... Continue lendo →

A vontade é uma capacidade mais alta do que a inteligência? Primeira parte, questão 82, artigo 3, parte 3 de 3.

1. Para retomar. O intelecto, em si mesmo, é mais nobre que a vontade, e tem a prioridade em nós. Mas, em razão do seu objeto, a vontade pode vir a se tornar mais nobre que o intelecto, quando seu... Continue lendo →

A vontade é uma capacidade mais alta do que a inteligência? Primeira parte, questão 82, artigo 3, parte 2 de 3.

1. Retomando. O voluntarismo é um mal; o intelectualismo também. Mas conhecer os caminhos da alma é sempre algo muito adequado para o ser humano. Vimos, no texto anterior, como a noção de “fim” levou os argumentos objetores a colocarem... Continue lendo →

A vontade é uma capacidade mais alta do que a inteligência? Primeira parte, questão 82, artigo 3, parte 1 de 3.

1. Introdução. Um intelecto sem vontade está doente, apático, deprimido. Uma vontade sem intelecto está louca. A relação entre estas duas potências é tão entrelaçada que seria difícil defender que uma das duas tenha a primazia sobre a outra. Mas... Continue lendo →

Será que a vontade quer sempre necessariamente as coisas que quer? Primeira parte, questão 82, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Retornar ao debate. Vimos, portanto, que a possibilidade de escolher o bem ao qual aderir decorre de que não vemos Deus em sua essência, nesta vida. Uma vez que a inteligência é capaz de conhecer as coisas sob diversas... Continue lendo →

Será que a vontade quer sempre necessariamente as coisas que quer? Primeira parte, questão 82, artigo 2, parte 2 de 3.

1. Voltando ao tema. Houve, na época de Tomás (como hoje em dia) uma certa resistência a Aristóteles, sob a visão de que ele tornava a vontade submetida à inteligibilidade do bem, e assim não existiria a escolha, mas apenas... Continue lendo →

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