1. Retomando. Vimos, no texto passado, que o livre arbítrio envolve a capacidade intelectiva e a capacidade volitiva; quer dizer, a nossa capacidade de escolha é uma potência complexa, que envolve nossa inteligência e nossa vontade. Isto, como vimos ali,... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, então, que o livre arbítrio, a rigor, é o ato de discernir e escolher os meios capazes de nos levar aos fins que se impõem à nossa vontade. E que a morte nos preserva o intelecto e... Continue lendo →
1. Voltando ao assunto. No final do texto anterior, vimos que, a rigor, o livre arbítrio é um ato da vontade; consiste na escolha que a vontade faz entre duas coisas que nos inclinam; cada uma destas coisas se apresenta... Continue lendo →
1. Introdução. Segundo diz Aristóteles na Ética a Nicômaco, há, na alma humana, três tipos de coisas: paixões (ou seja, reações a estímulos exteriores, como a raiva, o amor de possuir, o temor, a reação de fuga, etc.), as potências... Continue lendo →
1. De volta ao assunto. Este tema, o tema do livre arbítrio, como já vimos, é um tema essencial: trata-se de descobrir o verdadeiro fundamento da liberdade humana, que é uma liberdade criatural; trata-se, pois, de uma liberdade na qual... Continue lendo →
1. Retomando. Não é fácil, para muitos pensadores, aceitar a realidade do livre arbítrio; a história da ciência moderna tem sido, de certa forma, buscar algum fundamento para o agir humano que o guie e determine, o que tem duas... Continue lendo →
1. Introdução. Livre arbítrio e liberdade não são sinônimos. Na verdade, a liberdade é a capacidade de atingir seu próprio fim, e o fim não é escolhido: é dado e reconhecido. Mas o livre arbítrio é a capacidade de eleger,... Continue lendo →
1. Retomando o tema. Existe alguma ira espiritual? Existe alguma concupiscência espiritual? Será que toda ira e toda concupiscência são paixões sensoriais, ou seja, reações àquilo que nos afeta sensorialmente, com alteração de nossas funções biológicas? Não podemos negar as... Continue lendo →
1. Introdução. A discussão, aqui, diz respeito àquilo que, classicamente, era chamado de “paixões”, ou seja, nosso modo de reagir aos estímulos externos. Vimos que, na nossa esfera sensorial (que compartilhamos com os animais) temos duas potências, que nos levam... Continue lendo →