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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Mas há, em nós, um intelecto agente? Primeira parte, questão 79, artigo 3, parte 1 de 3.

1. Introdução. No artigo anterior, vimos a natureza basicamente passiva do nosso intelecto: nascemos com a inteligência como “folhas em branco”, e é a inteligibilidade intrínseca nas coisas que imprimirá, em nós, aquilo que é o aperfeiçoamento de nossa inteligência.... Continue lendo →

A inteligência é uma capacidade passiva? Primeira parte, questão 79, artigo 2, parte 2 de 2.

1. Retomando. Vimos, no texto anterior, que há três sentidos para a noção de passividade, no sentido de ser objeto da ação de outro, ou de sofrê-la. O primeiro sentido, próprio, que é aquele em que um aspecto natural do... Continue lendo →

A inteligência é uma capacidade passiva? Primeira parte, questão 79, artigo 2, parte 1 de 2.

1. Introdução. Passeando na rua estes dias, vi um anúncio que dizia: “Escola tal. Aqui o pensamento do seu filho constrói o mundo!” E pensei: como estamos longe do pensamento de Tomás! Nos tempos dele, se alguém construiu o mundo... Continue lendo →

A inteligência é uma das capacidades da alma, ou é a própria alma, em sua essência? Primeira parte, questão 79, artigo 1.

1. Introdução. O ser humano foi definido, desde tempos antigos, como um animal racional. Mas, se a racionalidade é o traço específico do ser humano, de tal modo que determina mesmo sua humanidade, então não teríamos que dizer que a... Continue lendo →

Será que temos diversos sentidos internos? Primeira parte, questão 78, artigo 4, parte 5 de 5.

1. Breve retomada. Vimos, então, os três primeiros argumentos objetores e suas respostas. Veremos, agora, os três últimos. 2. Os três últimos argumentos objetores e suas respostas. O quarto argumento objetor. Não há nada no intelecto que não tenha passado... Continue lendo →

Será que temos diversos sentidos internos? Primeira parte, questão 78, artigo 4, parte 4 de 5.

1. Voltando. Vimos, então, nos textos anteriores, como Tomás define os sentidos internos, ou capacidades sensíveis, no número de quatro. O exame das respostas que ele apresenta às objeções iniciais será muito enriquecedor, para detalhar as informações que já tínhamos... Continue lendo →

Será que temos diversos sentidos internos? Primeira parte, questão 78, artigo 4, parte 3 de 5.

1. Palavras de retomada. Vimos, então, que há, em nós como nos demais animais, algumas capacidades internas que se relacionam com o modo pelo qual recebemos as informações sensíveis e lidamos com elas. Podemos discerni-las pelo senso comum, montá-las na... Continue lendo →

Será que temos diversos sentidos internos? Primeira parte, questão 78, artigo 4, parte 2 de 5.

1. Retomando. Há muitas coisas que nós, humanos, compartilhamos com os animais. Na verdade não poderia ser diferente: somos animais também; o que nos distingue, portanto, não é a animalidade comum, mas a racionalidade própria. Logo, é de essencial importância... Continue lendo →

Será que temos diversos sentidos internos? Primeira parte, questão 78, artigo 4, parte 1 de 5.

1. Introdução. No artigo anterior, ao longo de quatro textos estudamos os chamados sentidos externos, os cinco sentidos relacionados aos estímulos exteriores que os interpelam diretamente, os chamados “sensíveis próprios”; a cor para a visão, o som para a audição,... Continue lendo →

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