1. Retomando. Vimos, então, que na melhor visão filosófica clássica e medieval o mundo não é similar a um relógio, que o relojoeiro monta e que passa a funcionar sozinho, sem finalidade, independentemente da própria existência do relojoeiro. Tampouco é... Continue lendo →
1. Introdução. Eis que chegamos ao último tratado desta primeira parte da Suma Teológica. Levamos seis anos e meio para chegar aqui, mais de três mil páginas de texto escritas, quase mil e cem textos publicados. E, no entanto, não... Continue lendo →
1. Retomando. Encerramos o texto anterior com a pergunta: no paraíso, se o ser humano tivesse permanecido na graça, frente a prova da tentação demoníaca? Não podemos saber isto com certeza, porque esta é uma situação hipotética, e não há... Continue lendo →
1. Introdução. Pode parecer um tremendo preciosismo fazer um artigo inteiro, na Suma, para interpretar um pequeno trecho de versículo de uma narrativa de criação que, na mente dos nossos contemporâneos (e de alguns contemporâneos de Tomás) não é mais... Continue lendo →
1. Introdução. No texto anterior, dizíamos que o fato de que o pecado desequilibrou o meio ambiente, e que o ser humano decaído não consegue se relacionar bem com a natureza criada não nos deve levar a desenvolver um ódio... Continue lendo →
1. Para finalizar. Qual o habitat ideal para o ser humano? Será que morar no paraíso, no Éden criado para nossos primeiros pais, seria adequado para nós? O paraíso deve sempre ser uma referência, um padrão para nossa conduta aqui,... Continue lendo →
1. Retomando. Há, mais uma vez, neste artigo, um combate de Tomás contra o dualismo que marcou sua época; e que marca também a nossa, embora de uma maneira, talvez, invertida: se, à época de Tomás, o platonismo levava a... Continue lendo →
1. Introdução. O pecado deveria nos causar dor. Fomos feitos para viver com Deus e em Deus, que é o sumo bem; o pecado consiste justamente em escolher contra Deus, afastar-se dele. Deveria ser algo profundamente doloroso, repulsivo, algo que... Continue lendo →
1. De volta para terminar. A descrição do lugar geográfico do paraíso, no segundo relato bíblico da criação (Gn 2, 8-14) deveria causar uma sensação um tanto incômoda nos antigos: de certo modo, trazia uma proximidade, ao citar rios como... Continue lendo →