1. Retomando. Oda vez que Deus faz alguma intervenção, algo fora ou além da ordem natural inscrita nas próprias coisas, pode-se dizer que há um milagre? É isto que está em debate. De fato, os argumentos iniciais trazem algumas hipóteses... Continue lendo →
1. Introdução. A discussão, agora, diz respeito àquilo que chamamos de “milagre”: já vimos, no artigo anterior, que a própria natureza está nas mãos de Deus e abre-se a Ele. Vimos também que as leis da natureza não se impõem... Continue lendo →
1. Voltando para encerrar. Deus criou um universo que se relaciona profundamente com Ele: Ele o pensou e concebeu, Ele o dinamiza e sustenta, Ele o encaminha para o bem, que é Ele mesmo. Assim, as coisas criadas, por um... Continue lendo →
1. De volta. Deus instituiu a própria natureza das coisas. Seria, então, contraditório que Ele, Deus perfeito e onipotente, precisasse intervir contra a própria ordem natural que instituiu? Esta é a hipótese inicial: Deus não precisa intervir, e de fato... Continue lendo →
1. Introdução. Mais uma discussão interessantíssima para estabelecer a verdade da relação de Deus com a criação. Será que as chamadas “leis da natureza” se impõem mesmo contra Deus? Será que ele pode fazer alguma coisa fora dessas leis, que... Continue lendo →
1. De volta para concluir. Tudo se move, tudo se transforma, tudo é dinâmico. Toda a criação é essencialmente relacional, ou seja, provoca efeitos e os sofre de verdade. Mas todo o jogo de causas e feitos tem, como razão... Continue lendo →
1. Retomando. Existe uma corrente teológica – normalmente em religiões não-cristãs, mas que algumas correntes cristãs também adotaram – que se chama ocasionalismo. Ela diz que, na verdade, quando alguma coisa acontece no universo criatural, é Deus diretamente que está... Continue lendo →
1. Introdução. Há, aqui, uma discussão central sobre a concorrência entre a causalidade de Deus e a causalidade das criaturas. Quando a criatura atua, quando um agente desencadeia alguma consequência, será que é o próprio Deus que gera diretamente a... Continue lendo →
1. De volta para concluir. Vimos, no primeiro texto, a hipótese inicial de que Deus não move diretamente as nossas vontades. Examinamos, ali, os argumentos objetores que tentavam comprovar essa hipótese. Já vimos, no segundo texto, que Deus nos fez... Continue lendo →