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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Será que todas as criaturas estão completamente sujeitas ao jogo do destino? Primeira parte, questão 116, artigo 4, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. Deus age diretamente sobre suas criaturas, quando estabelece amizade com elas. E tão mais diretamente quanto maior for essa amizade. Isto quer dizer que a santidade não é um destino, no sentido de decorrer da ordenação das... Continue lendo →

Será que todas as criaturas estão completamente sujeitas ao jogo do destino? Primeira parte, questão 116, artigo 4, parte 2 de 3.

Retomando. O Papa Francisco, em seu magistério recente, tem ressaltado a importância de entender a heresia pelagiana como algo ainda relevante em nosso tempo, ainda capaz de nos afastar do verdadeiro caminho da santidade. Trata-se de imaginar que as forças... Continue lendo →

Será que todas as criaturas estão completamente sujeitas ao jogo do destino? Primeira parte, questão 116, artigo 4, parte 1 de 3.

Introdução. Talvez seja muito fácil conceber o universo como uma grande máquina, como fez Descartes e tantos pensadores modernos, a partir dele. Mas esta não é a melhor metáfora. Deus não é o “grande relojoeiro”, ou o “grande arquiteto”, que... Continue lendo →

O destino é imutável? Primeira parte, questão 116, artigo 3, parte 2 de 2.

Retomando. O destino é algo imutável, porque é o decreto prévio de um Deus onipotente e amoroso que conduz infalivelmente todas as coisas para onde ele quiser; mas ele sabe também que sua criação inclui criaturas livres, e por isso... Continue lendo →

O destino é imutável? Primeira parte, questão 116, artigo 3, parte 1 de 2.

Introdução. Se o destino é algo fatalisticamente imutável, a oração não parece ser algo razoável: ela não mudará aquilo que, de antemão, é conhecido e inflexivelmente fixado por Deus. Por outro lado, a liberdade humana, a iniciativa livre de agir,... Continue lendo →

Será que o destino está inscrito nas coisas criadas? Primeira parte, questão 116, artigo 2, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. A Providência divina conduz todas as coisas criadas, respeitando suas especificidades e sua consistência causal, ao fim determinado por Deus, valendo-se da própria causalidade secundária das coisas para executar e receber, de modo ordinariamente mediado, os efeitos... Continue lendo →

Será que o destino está inscrito nas coisas criadas? Primeira parte, questão 116, artigo 2, parte 2 de 3.

Introdução. Perguntávamos, no texto anterior, em que medida o plano de Deus, a condução que ele faz da sua criação, está inscrita no próprio ser das coisas, e até que ponto ele se impõe autoritariamente de fora, constrangendo-as a seguir... Continue lendo →

Será que o destino está inscrito nas coisas criadas? Primeira parte, questão 116, artigo 2, parte 1 de 3.

Introdução. Será que os planos de Deus se impõem como se fosse “de fora” às criaturas? Existe verdadeiro conflito entre aquilo que as criaturas são e aquilo que Deus quer para elas? Será que a nossa liberdade se opõe à... Continue lendo →

Será que existe o destino predeterminado? Primeira parte, questão 116, artigo 1, parte 3 de 3.

Retomando para finalizar. A liberdade de Deus, que inclui orientar o universo criado para o seu fim - que é ele mesmo - não concorre nem entra em conflito com a natureza das coisas e a liberdade das criaturas inteligentes,... Continue lendo →

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