1. Retomando para concluir. Esta é, com certeza, uma das partes mais complexas da Suma, mais técnicas; trata-se da teoria do conhecimento de Tomás. Ele pressupõe a existência de Deus, que a razão pode alcançar independentemente de revelação, como vimos... Continue lendo →
1. Voltando. Os fantasmas (phantasmata) da imaginação são a ligação entre o conhecimento sensorial, que compartilhamos com os animais, e o conhecimento intelectual, que compartilhamos, guardadas as proporções, com os anjos. Estabelecida, pois, de modo tão preciso, a relação entre... Continue lendo →
Nosso intelecto apreende as coisas materiais por meio da abstração das imagens na nossa memória sensorial? Primeira parte, questão 85, artigo 1, parte 2 de 4. 1. Retomando. Não somos anjos. Precisamos da nossa experiência concreta, das coisas que pudemos... Continue lendo →
1. Introdução. Já sabemos que, na terminologia clássica, a palavra “fantasma” é utilizada para designar aquela imagem coordenada, em nossa memória, que se forma pela união adequada dos dados que nossos sentidos externos obtêm, no seu contato com as coisas... Continue lendo →
1. Retomando. Como nós vimos no texto anterior, Aristóteles nos ensina que nossa inteligência raciocina (ou elabora juízos) de dois modos: ela elabora os juízos especulativos, cujo fim é inteligir aquilo que é apreendido pelos nossos sentidos em contato com... Continue lendo →
1. Introdução. Parece claro, então, que o pensamento, mesmo naquilo que tem de mais puramente intelectual, e portanto espiritual, está ainda bastante ligado à memória e à imaginação, como dimensões da chamada “alma sensorial” ou potências relacionadas aos sentidos corporais;... Continue lendo →
1. Retomando. Este assunto relativo à aprendizagem intelectual e à relação entre nosso corpo e nossa alma, quanto à nossa inteligência, é, ao mesmo tempo, sedutor e complexo. Temos a tendência a conceber nossa inteligência como desencarnada, angelical, abstrata, mas,... Continue lendo →
1. Retomando. Somos corporais. Nosso corpo não é prisão da alma, nem castigo, nem um acidente que se une a uma alma que seria completa em si mesma. A nossa alma existe para estruturar um corpo, e nosso corpo para... Continue lendo →
1. Introdução. Nós vimos, quando estudamos os sentidos externos e internos, que temos um sentido comum capaz de formar uma única imagem do objeto que estimulou nossos sentidos, e nossa memória é capaz de reter estas imagens, ou “fantasmas”; ou... Continue lendo →