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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

Podemos inteligir muitas coisas ao mesmo tempo? Primeira parte, questão 85, art. 4, parte 2 de 3.

1. Voltando. Muitos estímulos podem passar ao mesmo tempo por nosso pensamento; mas a nossa inteligência só pode lidar com uma intelecção de cada vez. Daí porque a pluralidade de estímulos que recebemos, hoje em dia, não favorecem nossa inteligência;... Continue lendo →

Podemos inteligir muitas coisas ao mesmo tempo? Primeira parte, questão 85, art. 4, parte 1 de 3.

1. Introdução. No artigo anterior, vimos o processo de intelecção, que vai do concreto ao universal pelo caminho da abstração, e caminha do universal mais indeterminado e genérico ao mais distinto e específico, no caminho do aperfeiçoamento do conhecimento. O... Continue lendo →

Será que as ideias mais universais e abstratas são conhecidas em primeiro lugar por nós? Primeira parte, questão 85, artigo 3, parte 4 de 4.

1. Retomando. É surpreendente perceber a concretude e o realismo do pensamento de Tomás: ele discute sobre o conhecimento e as coisas concretas como realidades que se ligam, que têm em comum justamente os universais, as formas que permitem, por... Continue lendo →

Será que as ideias mais universais e abstratas são conhecidas em primeiro lugar por nós? Primeira parte, questão 85, artigo 3, parte 3 de 4.

1. Voltando ao debate. Vimos, então, que Tomás estabeleceu, na sua resposta, duas ordens para o processo humano de conhecimento: Conhecemos o singular, o concreto, antes de conhecermos aquilo que é universal e abstrato, uma vez que o conhecimento sensorial... Continue lendo →

Será que as ideias mais universais e abstratas são conhecidas em primeiro lugar por nós? Primeira parte, questão 85, artigo 3, parte 2 de 4.

1. Retomando. Estabelecer o modo pelo qual conhecemos o universal, que é o propriamente intelectivo, é de grande interesse: estabelece, inclusive, a nossa humanidade, o nosso modo humano de saber, frente ao modo, por exemplo, estritamente animal, por um lado... Continue lendo →

Será que as ideias mais universais e abstratas são conhecidas em primeiro lugar por nós? Primeira parte, questão 85, artigo 3, parte 1 de 4.

1. Introdução. Mais uma vez, Tomás quer estabelecer o modo humano de conhecer, em oposição ao modo que os anjos conhecem. De fato, os anjos não aprendem, porque têm, em seu intelecto, todas as ideias e informações universais detalhadas que... Continue lendo →

Quando nós inteligimos, conhecemos as próprias coisas ou apenas as ideias das coisas que estão em nossos pensamentos? Primeira parte, questão 85, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Retomando. Nosso pensar se refere ao mundo. Nossa mente não é uma realidade fechada em si mesma, mas uma estrutura espiritual capaz de acolher o dom da criação, o dom da alteridade, aquilo que ela encontra proposto quando vem... Continue lendo →

Quando nós inteligimos, conhecemos as próprias coisas ou apenas as ideias das coisas que estão em nossos pensamentos? Primeira parte, questão 85, artigo 2, parte 2 de 3.

1. Retomando. Que o conhecimento seja algo que acontece em nós, não há dúvidas. Mas há um passo que é fácil e errôneo: concluir que, uma vez que o conhecimento é um fenômeno que ocorre em nós, por sermos atingidos... Continue lendo →

Quando nós inteligimos, conhecemos as próprias coisas ou apenas as ideias das coisas que estão em nossos pensamentos? Primeira parte, questão 85, artigo 2, parte 1 de 3.

1. Introdução. Estamos presos em nossos próprios pensamentos? Será que conhecemos de fato as coisas, ou, ao conhecê-las, no fundo só conhecemos mesmo as ideias que temos sobre elas? Será que nossos conhecimentos são realmente apreensões reais e verdadeiras do... Continue lendo →

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