1. Voltando. Muitos estímulos podem passar ao mesmo tempo por nosso pensamento; mas a nossa inteligência só pode lidar com uma intelecção de cada vez. Daí porque a pluralidade de estímulos que recebemos, hoje em dia, não favorecem nossa inteligência;... Continue lendo →
1. Introdução. No artigo anterior, vimos o processo de intelecção, que vai do concreto ao universal pelo caminho da abstração, e caminha do universal mais indeterminado e genérico ao mais distinto e específico, no caminho do aperfeiçoamento do conhecimento. O... Continue lendo →
1. Retomando. É surpreendente perceber a concretude e o realismo do pensamento de Tomás: ele discute sobre o conhecimento e as coisas concretas como realidades que se ligam, que têm em comum justamente os universais, as formas que permitem, por... Continue lendo →
1. Voltando ao debate. Vimos, então, que Tomás estabeleceu, na sua resposta, duas ordens para o processo humano de conhecimento: Conhecemos o singular, o concreto, antes de conhecermos aquilo que é universal e abstrato, uma vez que o conhecimento sensorial... Continue lendo →
1. Retomando. Estabelecer o modo pelo qual conhecemos o universal, que é o propriamente intelectivo, é de grande interesse: estabelece, inclusive, a nossa humanidade, o nosso modo humano de saber, frente ao modo, por exemplo, estritamente animal, por um lado... Continue lendo →
1. Introdução. Mais uma vez, Tomás quer estabelecer o modo humano de conhecer, em oposição ao modo que os anjos conhecem. De fato, os anjos não aprendem, porque têm, em seu intelecto, todas as ideias e informações universais detalhadas que... Continue lendo →
1. Retomando. Nosso pensar se refere ao mundo. Nossa mente não é uma realidade fechada em si mesma, mas uma estrutura espiritual capaz de acolher o dom da criação, o dom da alteridade, aquilo que ela encontra proposto quando vem... Continue lendo →
1. Retomando. Que o conhecimento seja algo que acontece em nós, não há dúvidas. Mas há um passo que é fácil e errôneo: concluir que, uma vez que o conhecimento é um fenômeno que ocorre em nós, por sermos atingidos... Continue lendo →
1. Introdução. Estamos presos em nossos próprios pensamentos? Será que conhecemos de fato as coisas, ou, ao conhecê-las, no fundo só conhecemos mesmo as ideias que temos sobre elas? Será que nossos conhecimentos são realmente apreensões reais e verdadeiras do... Continue lendo →