Diante da hipótese inicial, vista no texto anterior, que questionava em que medida se pode dizer que Deus é bom, São Tomás não hesitará: ser bom é próprio de Deus, convém a Deus de modo excelente. De fato, São Tomás... Continue lendo →
Quão difícil é, para a nossa mentalidade contemporânea, imaginar que as coisas possam desenvolver algum “desejo” de suas próprias perfeições, como São Tomás afirma, para descrever a própria noção de “bem”. Esta noção parece conter em si uma personalização inconveniente... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, a proposta de classificar o bem em útil, honesto e deleitável, trazida por São Tomás, e a sua apresentação da hipótese contrária e seus argumentos. Vimos também o argumento chamado de “sed contra”, que cita Santo... Continue lendo →
Esta classificação, que São Tomás nos apresenta aqui, será de suma importância quando formos estudar ética. De fato, há três razões pelas quais alguma coisa pode atrair uma vontade a si: a primeira é o fato de que a coisa... Continue lendo →
O que é exatamente ser perfeito? Esta é a maravilha das respostas de São Tomás: ele nos prepara um verdadeiro léxico, uma definição paciente do exato sentido em que usa os termos e do fundamento das respectivas noções. É o... Continue lendo →
O mundo contemporâneo é um mundo de revoluções: tudo parece irremediavelmente ruim e fora de lugar, e a ilusão que temos é a de que, se pudéssemos ajeitar só um pouquinho conforme a nossa vontade, o mundo seria melhor, ainda... Continue lendo →
Falar na relação entre causa final e causa eficiente é alguma coisa a que não estamos muito acostumados hoje em dia; mas não é difícil: basta voltar a ter os olhos de criança. O problema é que a nossa educação... Continue lendo →
Há dois textos atrás, fiz uma breve digressão sobre as quatro causas, e sobre como elas eram vistas, na filosofia aristotélico-tomista; na verdade, a própria noção de “explicação” envolvia compreender e expor as quatro causas de alguma coisa. Esta noção... Continue lendo →
Voltemos aqui para o nosso artigo terceiro da questão quinta, que é parte da construção da solução para algumas aporias contemporâneas – por reconstruir, sobre bases sólidas, a questão do bem, superando a incomunicabilidade entre o “ser” e o “dever-ser”... Continue lendo →