Este artigo é de fundamental importância (acho que vou repetir isto muitas vezes até o final da Suma). Afirma-se, aqui, o princípio tomista da bondade radical de todo ser, ou seja, a regra da bondade da criação, excepcionada pelo mal... Continue lendo →
Tudo o que existe e se apresenta para o nosso conhecimento recebe sua explicação a partir de quatro causas: as duas causas intrínsecas (quer dizer, interiores à própria coisa), que são a causa material, ou a matéria de que algo... Continue lendo →
Já vimos, nos textos anteriores, que quando falamos de “ser” e de “bem”, falamos da mesma coisa, sob enfoques diferentes. Falar de “ser” é falar de existência (com todo o cuidado que a palavra “existência” merece), e falar de bem... Continue lendo →
Há certas coincidências que são de arrepiar. Eu estava aqui meditando sobre a sexta feira santa, e sobre aquelas coisas que a gente vai endo aqui e ali, e que formam, de certo modo, a nossa cultura geral. Refiro-me à... Continue lendo →
No texto anterior, conversávamos sobre a consistência do universo, na visão de São Tomás. E dizíamos sobre a relação entre as potências, os fins, a perfeição e o bem, e a perfeita ordenação entre a estrutura interna das coisas (enteléquias)... Continue lendo →
Este primeiro artigo da questão 5 desta primeira parte da Suma trata de uma questão que parece realmente inusitada para nós, desabituados às grandes questões da filosofia clássica – a relação entre o “bem” e o “ser”. Estamos acostumados, em nossos... Continue lendo →
Até o último artigo da questão anterior, São Tomás estava nos guiando pelo estudo dos atributos de Deus, e debateu sobre a sua existência, simplicidade e perfeição. Há muita razão de ter começado pela existência: se Deus não existe, não precisamos prosseguir.... Continue lendo →
Já vimos, nos dois textos anteriores, o que significa exatamente dizer que Deus reúne em si todas as perfeições – ou melhor, ele é a própria perfeição. A pergunta agora proposta vai no sentido inverso: em que sentido podemos dizer... Continue lendo →
Estabelecida então a perfeição de Deus, como vimos no texto anterior, é preciso pesquisar todas as suas implicações. Se Deus, como princípio causal primeiro, é perfeito em si mesmo, em que medida ele tem em si as perfeições de todos... Continue lendo →