Busca

Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

A noção de “pessoa” pode ser aplicada de modo comum às três pessoas divinas? (primeira parte, questão 30, artigo 4, parte 1 de 2)

Neste ponto, mais uma vez somos atrapalhados, em nosso processo de compreensão da Suma, pela necessidade de conhecer rudimentos do pensamento metafísico grego, como a escolástica o recebeu e especialmente como São Tomás o releu. No particular, temos a noção... Continue lendo →

Será que quando atribuímos um número a Deus, estamos descrevendo realidades efetivamente existentes nele? (primeira parte, questão 30, artigo 3, parte 3 de 3).

Vimos, então, nos dois textos anteriores, como há duas maneiras de se falar em números: 1. A maneira quantitativa, ligada à extensão material, e que constitui e matemática propriamente dita, ou seja, o estudo das quantidades. Esta maneira, portanto, relaciona-se... Continue lendo →

Será que quando atribuímos um número a Deus, estamos descrevendo realidades efetivamente existentes nele? (primeira parte, questão 30, artigo 3, parte 2 de 3).

Os termos do debate, como dissemos no texto anterior, foram postos. E a solução de São Tomás revela a necessidade de repensarmos a nossa própria noção de número, de matemática, de contagem. De fato, agora como então, temos, nós humanos,... Continue lendo →

Será que quando atribuímos um número a Deus, estamos descrevendo realidades efetivamente existentes nele? (primeira parte, questão 30, artigo 3, parte 1 de 3).

Esta é uma questão muito técnica, muito difícil, porque pressupõe conhecer um pouco da visão da estrutura filosófica que era familiar a São Tomás, mas que para nós é muito estranha. Por exemplo, perguntar se um determinado termo “põe alguma... Continue lendo →

Existem mesmo três, e somente três, pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 2, parte 3 de 3)

Tendo feito esta síntese maravilhosa, São Tomás passa a responder às objeções iniciais. O primeiro argumento objetor traz a ideia de que, se há quatro relações reais em Deus, e se as relações subsistentes originam as pessoas divinas deveríamos contar... Continue lendo →

Existem mesmo três, e somente três, pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 2, parte 2 de 3)

No texto anterior, começamos a debater se há exatamente três pessoas em Deus, e se isto faz sentido também perante a razão. De fato, a hipótese controvertida inicial é exatamente a de que não haveria três pessoas em Deus; vimos... Continue lendo →

Existem mesmo três, e somente três, pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 2, parte 1 de 3)

Depois de determinar, no artigo anterior, que há várias pessoas em Deus, o presente artigo quer chegar ao seu número. Sabemos, de antemão, pela Revelação, que são três. Mais uma vez, São Tomás não teme interpelar a própria Revelação, abri-la... Continue lendo →

É razoável acreditar que há várias pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 1, 2 de 2).

Vimos, no texto anterior, como São Tomás estabelece que a pluralidade de relações subsistentes, em deus, pode ser o suporte adequado para a pluralidade de pessoas nele. Agora examinaremos as respostas de São Tomás aos argumentos objetores iniciais. O primeiro... Continue lendo →

É razoável acreditar que há várias pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 1, 1 de 2).

Vimos, pois, ao longo das questões passadas, a conclusão de debates profundos e importantes sobre as relações em Deus, sobre como elas são subsistentes e originam as hipóstases, e em que sentido podemos falar de pessoas, e especificamente de pessoas... Continue lendo →

Blog no WordPress.com.

Acima ↑