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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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virtudes

Como se classificam hierarquicamente as ordens dos anjos? Primeira parte, questão 108, artigo 6, parte 3 de 4.

1. De volta. Estamos contemplando, ao longo desta questão da Suma, uma visão a respeito do Universo – não um universo rochoso, uniforme e indiferente, impessoal e rígido, neutro ao valor, mas um universo governado por forças pessoais livres, que... Continue lendo →

Será que as ordens de anjos que conhecemos são adequadas? Primeira parte, questão 108, artigo 5, parte 3 de 4.

1. De volta. Vimos os dois sistemas pelos quais os antigos escritores explicavam as menções bíblicas a ordens de anjos: o sistema do Pseudo-Dionísio, que relaciona essas denominações a divisões de graus de perfeição, ou seja, hierárquicas em sentido estrito,... Continue lendo →

Será que Adão e Eva eram pessoas perfeitamente virtuosas? Primeira parte, questão 95, artigo 3, parte 2 de 3.

1. Voltando ao assunto. As virtudes morais são aqueles hábitos ou disposições que permitem às nossas potências realizar seu ato com facilidade e perfeição, como nos ensina Aristóteles no Livro 2 da Ética a Nicômaco, mais especialmente no capítulo 6... Continue lendo →

Será que nossos primeiros pais, na inocência original, poderiam se enganar? Primeira parte, questão 94, artigo 4, parte 2 de 3.

1. Retomando. Como pudemos fazer isto? Como dois seres humanos imaculados, íntegros, inocentes, com uma inteligência plena e o perfeito controle de suas emoções e inclinações, puderam optar tão radicalmente contra Deus? Como puderam se enganar deste modo? Tudo isto... Continue lendo →

Nossa inteligência pode conhecer os atos da nossa própria vontade? Primeira parte, questão 87, artigo 4, parte 1 de 2.

1. Introdução. Ter consciência de nossas vontades, exercer poder sobre elas, é a base para que possamos desenvolver virtudes. Se não somos capazes de conhecer reflexivamente nossas próprias vontades, então somos guiados pelos apetites, de modo cego; não somos responsáveis... Continue lendo →

Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Para finalizar. O autoconhecimento é, pois, um processo essencialmente existencial. Somente no caminhar posso me conhecer, perceber meus vícios, minhas qualidades, minhas virtudes e meus defeitos. Percebo-me, naquilo que os filósofos de hoje chamam de “perspectiva da primeira pessoa”:... Continue lendo →

Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 2 de 3.

Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 2 de 3. 1. Voltando. Os antigos platônicos acreditavam que todos os defeitos morais vinham da ignorância científica, ou seja, do desconhecimento das ideias universais... Continue lendo →

Como conhecemos nossas próprias virtudes, vícios e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 1 de 3.

1. Introdução. A noção de hábito, importantíssima para compreender o pensamento de Tomás, é uma das noções que foi profundamente alterada, ou mesmo perdida, para nós, hoje. De fato, para nós, hoje, quando falamos de hábitos falamos de condutas automatizadas,... Continue lendo →

A alma é composta de matéria e forma? Primeira parte, questão 75, artigo 5, parte 3 de 4.

1. Palavras de retomada. Este debate sobre a estrutura metafísica da alma não é simples, nem fácil. Em especial, na sua resposta sintetizadora, Tomás fala de uma alma que é “parcialmente” forma, e que aquilo que, nela, não é forma,... Continue lendo →

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