1. De volta. Estamos contemplando, ao longo desta questão da Suma, uma visão a respeito do Universo – não um universo rochoso, uniforme e indiferente, impessoal e rígido, neutro ao valor, mas um universo governado por forças pessoais livres, que... Continue lendo →
1. De volta. Vimos os dois sistemas pelos quais os antigos escritores explicavam as menções bíblicas a ordens de anjos: o sistema do Pseudo-Dionísio, que relaciona essas denominações a divisões de graus de perfeição, ou seja, hierárquicas em sentido estrito,... Continue lendo →
1. Voltando ao assunto. As virtudes morais são aqueles hábitos ou disposições que permitem às nossas potências realizar seu ato com facilidade e perfeição, como nos ensina Aristóteles no Livro 2 da Ética a Nicômaco, mais especialmente no capítulo 6... Continue lendo →
1. Retomando. Como pudemos fazer isto? Como dois seres humanos imaculados, íntegros, inocentes, com uma inteligência plena e o perfeito controle de suas emoções e inclinações, puderam optar tão radicalmente contra Deus? Como puderam se enganar deste modo? Tudo isto... Continue lendo →
1. Introdução. Ter consciência de nossas vontades, exercer poder sobre elas, é a base para que possamos desenvolver virtudes. Se não somos capazes de conhecer reflexivamente nossas próprias vontades, então somos guiados pelos apetites, de modo cego; não somos responsáveis... Continue lendo →
1. Para finalizar. O autoconhecimento é, pois, um processo essencialmente existencial. Somente no caminhar posso me conhecer, perceber meus vícios, minhas qualidades, minhas virtudes e meus defeitos. Percebo-me, naquilo que os filósofos de hoje chamam de “perspectiva da primeira pessoa”:... Continue lendo →
Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 2 de 3. 1. Voltando. Os antigos platônicos acreditavam que todos os defeitos morais vinham da ignorância científica, ou seja, do desconhecimento das ideias universais... Continue lendo →
1. Introdução. A noção de hábito, importantíssima para compreender o pensamento de Tomás, é uma das noções que foi profundamente alterada, ou mesmo perdida, para nós, hoje. De fato, para nós, hoje, quando falamos de hábitos falamos de condutas automatizadas,... Continue lendo →
1. Palavras de retomada. Este debate sobre a estrutura metafísica da alma não é simples, nem fácil. Em especial, na sua resposta sintetizadora, Tomás fala de uma alma que é “parcialmente” forma, e que aquilo que, nela, não é forma,... Continue lendo →