1. Introdução. O tema aqui proposto é muito interessante. Será que, vivendo no paraíso, nossos pais tinham todas as virtudes morais que caracterizam uma pessoa bem formada em nosso mundo? Essa pergunta adquire tons bem interessantes quando pensamos no paraíso... Continue lendo →
Numa passagem muito curiosa do interessantíssimo livro “Humildade: Precisa-se”, em que critica a soberba do ser humano contemporâneo em razão do desenvolvimento tecnológico, o Padre Hugo de Azevedo nos ensina que “se Adão e Eva tivessem sido humildes e não... Continue lendo →
1. Voltando para encerrar. Imagem de Deus. A imagem está justamente na inteligência, compreendida como a capacidade de entender o fim com razão de fim e dirigir-se livremente a ele. Somente nós, humanos, podemos agir. Os animais, mesmo os mais... Continue lendo →
1. De volta ao assunto. Derrubando-se do ser humano o fato de ser imagem de Deus, ele passa a ser só mais uma coisa no meio das coisas; como diziam os antigos, jogando-se pedra em Deus, a pedra volta e... Continue lendo →
1. Retomando. Certamente, nossa alma separada já não pode aprender, porque já não pode experimentar. Já não pode aprender aquilo que é próprio deste mundo material, da história, do universo; mas certamente terá muito o que descobrir daquele mundo espiritual... Continue lendo →
Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 2 de 3. 1. Voltando. Os antigos platônicos acreditavam que todos os defeitos morais vinham da ignorância científica, ou seja, do desconhecimento das ideias universais... Continue lendo →
1. Voltando. Nosso corpo e nossa alma são princípio de um único ser, o ser humano. É certo que nosso corpo é perecível, como podemos constatar por experiência pessoal. Nossa alma, por outro lado, não o é, e sua atividade... Continue lendo →
1. Introdução. O aprender, o conhecer os universais, isto é, ter conhecimento intelectual da realidade, sempre pareceu um grande mistério para a humanidade, e certamente foi um dos problemas que levou ao filosofar, desde os temos mais remotos. Como pode... Continue lendo →
1. Retomada. O que é a inclinação sensual, ou sensorial, que Tomás (e toda a tradição de seu tempo) chama de “sensualidade”? Algo que não pode nos comandar, porque não podemos deixar de usar a inteligência que temos, e que... Continue lendo →