Vimos, nos textos anteriores, que o mal é uma privação de um bem esperado, um não-ser relativo a um bem, que se instala no bem como um parasita, tendo o bem como seu hospedeiro, ou sujeito. Mas, ao apresentar-se assim,... Continue lendo →
No último texto, terminamos exatamente no início da resposta sintetizadora de São Tomás, no ponto em que ele explica que o mal existe no bem como em seu sujeito, ou seja, é de fato o bem que hospeda o mal,... Continue lendo →
Dissemos, no debate do artigo anterior, que o mal é como que um parasita do bem. Sendo ele um não-ser, uma privação, ele não é um não-ser absoluto, mas uma privação de um bem esperado. Assim, ele depende do bem... Continue lendo →