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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Para finalizar. O autoconhecimento é, pois, um processo essencialmente existencial. Somente no caminhar posso me conhecer, perceber meus vícios, minhas qualidades, minhas virtudes e meus defeitos. Percebo-me, naquilo que os filósofos de hoje chamam de “perspectiva da primeira pessoa”:... Continue lendo →

Quando nós inteligimos, conhecemos as próprias coisas ou apenas as ideias das coisas que estão em nossos pensamentos? Primeira parte, questão 85, artigo 2, parte 2 de 3.

1. Retomando. Que o conhecimento seja algo que acontece em nós, não há dúvidas. Mas há um passo que é fácil e errôneo: concluir que, uma vez que o conhecimento é um fenômeno que ocorre em nós, por sermos atingidos... Continue lendo →

Quando nós inteligimos, conhecemos as próprias coisas ou apenas as ideias das coisas que estão em nossos pensamentos? Primeira parte, questão 85, artigo 2, parte 1 de 3.

1. Introdução. Estamos presos em nossos próprios pensamentos? Será que conhecemos de fato as coisas, ou, ao conhecê-las, no fundo só conhecemos mesmo as ideias que temos sobre elas? Será que nossos conhecimentos são realmente apreensões reais e verdadeiras do... Continue lendo →

Será que esta memória intelectual é algo diferente do nosso intelecto mesmo? Primeira parte, questão 79, artigo 7, parte 3 de 3.

Será que esta memória intelectual é algo diferente do nosso intelecto mesmo? Primeira parte, questão 79, artigo 7, parte 3 de 3. 1. Voltando ao assunto. Uma grande aprendizagem num tema tão difícil. É assim que podemos descrever a resposta... Continue lendo →

Será que esta memória intelectual é algo diferente do nosso intelecto mesmo? Primeira parte, questão 79, artigo 7, parte 2 de 3.

1. Retomando. Em que consistiria uma memória espiritual? Exatamente que tipo de estrutura teria o papel de guardar ideias adquiridas, como se fosse um “reino das ideias” platônico dentro de nossas mentes? Ou será que, ao fazer com que a... Continue lendo →

Qual a diferença, no intelecto dos anjos, entre o conhecimento dito “matutino” e o conhecimento dito “vespertino”? Primeira parte, questão 58, artigo 7, parte 1 de 2.

Este é um debate interessante e importante. Todo este capítulo sobre o intelecto dos anjos pode ser lido como um grande manifesto anti-idealista feito por Tomás muitos séculos antes que o idealismo se tornasse uma forma disseminada de pensar, como... Continue lendo →

O anjo pode enganar-se naquilo que conhece? Primeira parte, questão 58, artigo 5, parte 2 de 2.

Como vimos no último texto, estamos tratando aqui da possibilidade de engano na mente dos anjos. Será que eles podem equivocar-se, quanto àquilo que conhecem? Anjos podem errar? Podem ter conhecimentos equivocados sobre alguma coisa, ou mesmo ignorar aspectos substanciais... Continue lendo →

O anjo pode pensar em várias coisas ao mesmo tempo? Primeira parte, questão 58, artigo 2, parte 2 de 2.

Pensar em tudo simultaneamente é uma característica divina. A criaturalidade pressupõe sempre o limite mental. Talvez, curiosamente, hoje, passados oitocentos anos desde que Tomás escreveu a Suma, nosso jeito de pensar é o mais fragmentado possível. Como fica claro da... Continue lendo →

Será que os anjos são naturalmente capazes de conhecer Deus? Primeira parte, questão 56, artigo 3, parte 1 de 2.

Numa passagem muito interessante da Carta de São Thiago (2, 19) , o autor afirma o seguinte: “Tu crês que há um só Deus? Faze-o bem. Nisto também os demônios creem, e tremem.” Este trecho parece indicar duas coisas: 1)... Continue lendo →

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