1. Retomando. As almas dos mortos não têm nenhuma capacidade natural de provocar fenômenos em nosso mundo; sobreviver é, de fato, uma capacidade natural dessas almas. Mas continuar a se relacionar aqui não é. Assim, dos muitos fenômenos que são... Continue lendo →
1. Voltando para finalizar. A misericórdia de Deus nos abraçará na morte. Essa é a nossa sobrevivência. Será uma bênção, se estivermos reconciliados com ele, e na medida dessa reconciliação. Mas será uma dor, ao mesmo tempo, porque exporá e... Continue lendo →
1. Introdução. Há dois pontos que precisamos estabelecer, aqui, muito claramente, porque Tomás é muito rigoroso quanto a isso: nossa alma não é uma pessoa; ela é a forma, a estrutura de um ente substancial que se caracteriza por ser... Continue lendo →
1. Introdução. A experiência de estar morto é uma experiência que nenhum de nós tem. Mas uma coisa é fato: a morte é algo real. E de fato ela marca o fim da vida humana. Morto o ser humano, morto... Continue lendo →
1. Palavras de retomada. Vimos, então, no último texto, que a experiência de inteligir, de aprender, é personalíssima, e indica que a minha mente, o meu pensamento, é algo meu, e não uma experiência estranha a mim. E vimos que... Continue lendo →
1. Introdução. A esta altura, já sabemos que a alma humana é subsistente, isto é, não é destruída quando a morte destrói o corpo. Mas isto não impedirá Tomás de fazer mais um debate: será que, mesmo sobrevivendo de algum... Continue lendo →
1. Introdução. No primeiro artigo desta questão 75, discutíamos (e foi bem estabelecido por Tomás) que a alma não pode ser algo corporal, isto é, que ela é, por necessidade, imaterial. Mas isto não encerra a questão. De fato, não... Continue lendo →
1. Palavras de retomada.Como podemos perceber, o debate deste artigo é crucial: ele nos faz tomar posição quanto às tendências "espiritualistas" de todos os tempos que, frente à complexidade de um ser material e espiritual, cuja espiritualidade, ademais de ser... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, nos dois artigos anteriores, que a alma humana é imaterial e subsistente, isto é, capaz de sobreviver à morte. Mas ocorre que, na terminologia da filosofia clássica, adotada pela Suma, qualquer ser vivo tem alma. É fácil... Continue lendo →