1. Retomando. Vimos, nos textos anteriores, os quatro primeiros argumentos objetores, com suas respectivas respostas. De fato, trata-se de um artigo diferente, em que não há uma resposta sintetizadora separada, e tal modo que estamos tratando dos argumentos objetores conjuntamente... Continue lendo →
1. Retomando o assunto. Vimos, então, o belo paralelo entre os três primeiros e os três últimos dias, no relato da criação. Os três primeiros dias são estruturais, estabelecem as fundações imóveis do universo. Os três últimos são ornamentais, e... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no texto anterior, que Santo Agostinho entende o relato bíblico da criação como um relato não cronológico, mas que simplesmente estabelece uma ordem de origem para as coisas. Assim, não é simplesmente um relato de algo que... Continue lendo →
1. Retomando o debate. O debate, aqui, versa sobre a interpretação correta do relato bíblico da criação, quanto ao terceiro dia. Trata-se da narração daquele momento em que Deus ajunta as águas num só lugar, fazendo aparecer o solo seco.... Continue lendo →
1. Palavras introdutórias. Os antigos hebreus, no tempo em que foi escrito o relato do Gênesis, possuíam sua própria visão do universo, no seu modo tradicional de ver o mundo. Parece claro para nós, hoje, que a revelação divina, que... Continue lendo →
Vimos, no último texto, os argumentos a respeito de uma possível contradição existente entre defender que a luz é uma qualidade, ou seja, um aspecto acidental de alguma outra coisa, e, ao mesmo tempo, descobrir que ela é algo que... Continue lendo →