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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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o que é o homem

O homem foi feito à imagem de Deus em sua unidade essencial, ou reflete a própria Trindade? Primeira parte, questão 93, artigo 5, parte 1 de 2.

1. Introdução. Não há mais de um Deus. Não há dois deuses. Muito menos três. Existe o “um que é três”, e este é o único Deus que há. Então não devemos ter a impressão de que há um modo... Continue lendo →

A sensualidade pode ser dividida em duas potências diferentes, a saber, a irascível e a concupiscível? Primeira parte, questão 81, artigo 2, parte 2 de 2.

1. Voltando. Vimos, no texto anterior, como este movimento da inclinação, de simples atração ou repulsa (chamado de inclinação concupiscível) ao bem ou mal diretamente presente, não explica todas as inclinações do apetite sensível. Cabe, neste momento, uma digressão. A... Continue lendo →

O apetite sensorial e a vontade, que é o apetite intelectivo, são potências diversas? Primeira parte, questão 80, artigo 2, parte 1 de 2.

1. Introdução. O ser humano experimenta, em si, a fragmentação de suas inclinações, e isto está muito bem retratado na Carta aos Romanos, 7, 15: “Realmente não consigo entender o que faço; pois não pratico o que quero, mas faço... Continue lendo →

As potências da alma decorrem umas das outras? Primeira parte, questão 77, artigo 7, parte 3 de 3.

1. Palavras de retomada. Encerramos o texto anterior com a lembrança de que somos humanos, isto é, somos estas criaturas maravilhosas compostas de corpo e alma numa síntese belíssima, numa unidade que não pode ser desconsiderada. E a estrutura humana... Continue lendo →

Será que as potências humanas decorrem da nossa essência humana mesma? Primeira parte, questão 77, artigo 6, parte 2 de 3.

1. Retomando. A correta relação entre o que somos e o que fazemos é um ponto crucial na reta antropologia. Por um lado, a nossa dignidade fundamental não vem do que fazemos, mas do que somos. Ninguém é menos digno... Continue lendo →

Como diferenciamos os poderes, ou potências ativas, da alma humana? Primeira parte, questão 77, artigo 3, parte 1 de 3.

1. Introdução. A modernidade resistiu muito a esta noção de “poderes” que a escolástica, fundamentada na filosofia grega, ensinava. Para a modernidade, a ideia medieval de que alguma coisa acontecia porque alguma substância tinha o “poder” de fazer aquilo acontecer... Continue lendo →

As capacidades da alma são a sua própria essência? Primeira parte, questão 77, artigo 1, parte 2 de 5.

1. Retomando. A importância deste artigo, do debate proposto por Tomás aqui, é enorme, mas pode ficar oculta a nossos olhos pela terminologia que ele usa – que, de resto, é a terminologia acadêmica do tempo dele. Trata-se de verificar... Continue lendo →

Existem certos aspectos acidentais da matéria corporal que determinam a união entre a alma e o corpo? Primeira parte, Questão 76, artigo 6, parte 2 de 3.

1. Retomando. Vimos, então, as tendências históricas a imaginar que existem algumas características acidentais que “preparam” o corpo humano para receber a alma como sua forma substancial, em três argumentos, e vimos também o argumento sed contra que, fundamentando-se na... Continue lendo →

O ser humano tem, em sua estrutura, alguma outra forma substancial além da alma intelectual? Primeira parte, questão 76, artigo 4, parte 1 de 4.

1. Palavras de introdução. Vimos, no artigo anterior, ao longo de quatro textos, que a alma intelectiva humana é única, e reúne em si as operações vegetativas, sensíveis e intelectivas. A pergunta, agora, diz respeito ao próprio ser humano: quantas... Continue lendo →

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