Retomando para finalizar. Um universo cheio de finalidade; cada coisa tem seu fim, e é concebida e existe em função dele, para alcançá-lo. Cada coisa é movida para o fim por sua própria forma substancial, e o fim existe como... Continue lendo →
1. Introdução. Caminhamos longamente para estabelecer a noção de imagem, e desde o princípio tratamos da questão da semelhança, como relacionada à imagem. Mas, ao final do nosso percurso, revisitaremos a noção de semelhança, para compará-la com a noção de... Continue lendo →
1. Introdução. Segundo diz Aristóteles na Ética a Nicômaco, há, na alma humana, três tipos de coisas: paixões (ou seja, reações a estímulos exteriores, como a raiva, o amor de possuir, o temor, a reação de fuga, etc.), as potências... Continue lendo →
1. Introdução. A questão da inclinação da vontade para o bem é um dos pontos que nós perdemos, hoje em dia. De fato, parece que nós temos resistência a admitir que a vontade seja naturalmente inclinada para o bem, porque... Continue lendo →
1. Introdução. O ser humano experimenta, em si, a fragmentação de suas inclinações, e isto está muito bem retratado na Carta aos Romanos, 7, 15: “Realmente não consigo entender o que faço; pois não pratico o que quero, mas faço... Continue lendo →
1. Introdução. O universo é concebido de uma maneira curiosa: as coisas se relacionam. E mais, as coisas se atraem, como demonstra a lei universal da gravitação. E mais do que isto, elas parecem se encaixar e mesmo, diríamos metaforicamente,... Continue lendo →
1. Voltando ao tema. O que acontece depois da morte permanece um mistério. E permanecerá para sempre. Por definição, a morte rompe todas as relações humanas, portanto não é uma experiência que alguém possa controlar ou relatar em primeira mão.... Continue lendo →