1. Introdução. Mais uma vez, o que está em jogo, aqui, é a própria substancialidade do ser humano. Sendo uma substância, e não um amontoado caótico de características, capacidades e potências, o ser humano tem alguma ordem intrínseca que lhe... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, as tendências históricas a imaginar que existem algumas características acidentais que “preparam” o corpo humano para receber a alma como sua forma substancial, em três argumentos, e vimos também o argumento sed contra que, fundamentando-se na... Continue lendo →