1. Retomando. Como vimos no texto anterior, todos os seres são dotados de algum tipo de inclinação, mesmo os inanimados. Nos seres vivos, essas inclinações vão sendo somadas àquelas próprias da vida, da sensibilidade e, no caso dos seres humanos,... Continue lendo →
1. Retomando. Falávamos, no texto anterior, que o pensamento e a vontade, que são os atos do nosso intelecto, da nossa mente, são atos imanentes, isto é, iniciam-se e completam-se no sujeito mesmo, sem modificar o mundo externo. Os atos... Continue lendo →
1. Para finalizar. O autoconhecimento é, pois, um processo essencialmente existencial. Somente no caminhar posso me conhecer, perceber meus vícios, minhas qualidades, minhas virtudes e meus defeitos. Percebo-me, naquilo que os filósofos de hoje chamam de “perspectiva da primeira pessoa”:... Continue lendo →
1. Introdução. Este debate sobre os limites e modos de conhecer do ser humano são excelentes. É preciso, de fato, conhecer os nossos limites e nosso modo próprio de conhecer, e isto nos evita muitos equívocos, e permite um melhor... Continue lendo →
1. Voltando para concluir este artigo. Encerramos o texto anterior com a ideia de que nosso intelecto não pode vir a conhecer atualmente a infinidade, isto é, não pode pensar simultaneamente na infinidade de species ou ideias universais que compõem... Continue lendo →
1. Retomando. Não somos anjos. Nosso conhecimento do mundo, portanto, não se dá simplesmente pela posse de um conjunto de universais abstratos que vão se deparando com um mundo que se dá ao nosso poder, mas não à nossa sensibilidade;... Continue lendo →
1. Introdução. Aqui se vê o paradoxo da inteligência humana em toda a sua crueza, um paradoxo que tem levado a tantos problemas e erros pelos séculos, quanto à relação entre a realidade concreta que nos cerca – e cujo... Continue lendo →
1. Voltando ao assunto. Estamos debatendo, agora, o próprio modo de aprender do intelecto humano, que é o raciocínio. Trata-se, portanto, de um debate sobre lógica, sobre o modo linguístico, processual, que temos de inteligir. Os argumentos objetores, estudados no... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, nos textos anteriores, que o nosso conhecimento intelectual das coisas materiais, ou seja, da natureza que nos cerca, não nasce conosco, nem nos é acrescentado por causa de algum “mundo das ideias” externo e anterior ao nosso... Continue lendo →