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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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As capacidades da alma são a sua própria essência? Primeira parte, questão 77, artigo 1, parte 3 de 5.

1. Retomando. Vimos, então, que apenas Deus possui uma estrutura tão simples a ponto de fazer coincidir, nele, o ser, o existir e o agir. Todas as criaturas recebem dele o ser e o existir; assim, o agir humano pressupõe... Continue lendo →

Onde exatamente se localiza a alma em nosso corpo? Primeira parte, questão 76, artigo 8, parte 2 de 4.

1. Voltando. Cada célula do nosso corpo tem o nosso DNA. Cada uma delas. Isto é uma pista de que, de fato, a informação da nossa estrutura encontra-se em todas as partes de nossos ser, como os antigos intuíram. Mas... Continue lendo →

Os anjos conhecem as coisas por qual meio? Através da sua própria substância, ou pelas espécies das coisas? Primeira parte, questão 55, artigo 1, parte 2 de 2.

Como é que os anjos conhecem o mundo? No último texto, usei uma analogia do compositor, do maestro e da plateia; o compositor conhece a sinfonia em sua alma mesma. O maestro a conhece pela partitura, antes mesmo de ouvi-la.... Continue lendo →

O pensamento do anjo é sua existência? Primeira parte, questão 54, artigo 2, parte 2 de 2.

o texto anterior, colocamos o debate sobre a hipótese de que, para o anjo, pensar é existir. Vimos os dois argumentos objetores iniciais, no sentido desta hipótese, e o argumento sed contra. Começamos, então, a examinar a resposta sintetizadora de... Continue lendo →

O pensamento do anjo é sua existência? Primeira parte, questão 54, artigo 2, parte 1 de 2.

Se, no artigo anterior, debatíamos se o pensar do anjo era sua substância mesma; vale dizer, que aquilo que o anjo é, sua substância, se esgota em seu pensar, como a substância da estátua é o mármore esculpido, ou a... Continue lendo →

Será que o anjo é composto de matéria e forma? Primeira parte, questão 50, artigo 2, parte 3 de 3.

Chegou, então, a hora de revisitar os argumentos objetores iniciais e responder a eles com os elementos estabelecidos na resposta sintetizadora, admitindo o que neles há de verdadeiro e bom e corrigindo o que há de equivocado. O primeiro argumento... Continue lendo →

A multiplicidade, a diversidade e a distinção das coisas vêm de Deus? Primeira parte, questão 47, artigo 1, parte 1 de 2.

A questão do um e do múltiplo ocupam a especulação filosófica desde os tempos mais antigos. A busca do arché, quer dizer, do princípio último que subjaz a toda a realidade e, em última instância a explica, é a busca... Continue lendo →

Se o universo, considerado como o conjunto de toda a criação, tem um começo, ou se existiu desde sempre. Primeira parte, questão 46, artigo 1, parte 1 de 3.

Eis um tema que, facilmente, defenderíamos que é de cunho científico, hoje em dia: o universo existe desde sempre, ou teve uma origem em algum momento? De fato, o atual paradigma científico parece tender a admitir um evento instaurador, que... Continue lendo →

Será que a causa exemplar de tudo o que existe é algo diverso de Deus? Primeira parte, questão 44, artigo 3, parte 2 de 2.

No último texto, conversamos sobre a questão da chamada "causa exemplar da criação". A hipótese controvertida, proposta para aquecer o debate, era a de que essa causa seria, platonicamente, algo distinto de Deus, e os argumentos objetores caminharam no sentido... Continue lendo →

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