1. Voltando. Ainda há quem pense que o céu e o inferno são locais físicos, e que a morte é só uma mudança de local. Há quem acredite que as almas separadas têm a capacidade de entrar naturalmente em contato... Continue lendo →
1. Introdução. Após a morte, como vimos, perdemos todas as capacidades corporais, inclusive a memória concreta de tempo e lugar, e imaginação e a capacidade de interagir com aquilo que está inserido no tempo e no espaço. Restam-nos, então, os... Continue lendo →
1. Retomando. Há conhecimentos intelectuais, em nós, que não chegam a envolver imagens. É o caso, como vimos no último texto, de certos conhecimentos matemáticos muito abstratos, como a possibilidade de calcular figuras geométricas com mais do que três dimensões.... Continue lendo →
1. Retomando. É essencial insistir que a sobrevivência da mente implica identidade; se, por um lado, somos imortais (quanto à nossa alma, essa imortalidade é natural), por outro a morte extingue irremediavelmente a nossa existência “animal”, mas não a nossa... Continue lendo →
1. Introdução. No último artigo que debatemos, o centro da discussão estava na possibilidade de que continuássemos, depois de mortos, a saber concretamente sobre as coisas aqui do nosso universo material, ou seja, não apenas saber de sua existência mas... Continue lendo →
1. Introdução. O texto anterior concluiu com a comparação entre o conhecimento indistinto, confuso, que a alma tem do universo, por iluminação divina, após a morte. É uma notícia, um “saber sobre as coisas” por receber de Deus suas ideias... Continue lendo →
1. Retomando. Terminamos o texto anterior com uma pergunta: afinal, a morte nos desliga de qualquer relação com este mundo natural? Esquecemo-nos dele completamente? Ou continuamos mergulhados nele, acompanhando seus acontecimentos, adquirindo novos e mais profundos conhecimentos sobre ele? Não... Continue lendo →
1. De volta mais uma vez. Como vimos nos textos anteriores, a sobrevivência da alma humana, fragmentária como é, é percebida como um “dar-se conta de si mesma”, ter noção de que existe, e que existe como entidade individual, pensante... Continue lendo →
1. Voltando ao tema. A autopercepção é a chave. Essa “consciência de si mesmo” que ultrapassa, inclusive, a questão da memória. A memória está no corpo, depositada como um tesouro de vivências. Mas esse tesouro se perde com a morte,... Continue lendo →