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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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fantasmas

Quando nós inteligimos, conhecemos as próprias coisas ou apenas as ideias das coisas que estão em nossos pensamentos? Primeira parte, questão 85, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Retomando. Nosso pensar se refere ao mundo. Nossa mente não é uma realidade fechada em si mesma, mas uma estrutura espiritual capaz de acolher o dom da criação, o dom da alteridade, aquilo que ela encontra proposto quando vem... Continue lendo →

Quando nós inteligimos, conhecemos as próprias coisas ou apenas as ideias das coisas que estão em nossos pensamentos? Primeira parte, questão 85, artigo 2, parte 1 de 3.

1. Introdução. Estamos presos em nossos próprios pensamentos? Será que conhecemos de fato as coisas, ou, ao conhecê-las, no fundo só conhecemos mesmo as ideias que temos sobre elas? Será que nossos conhecimentos são realmente apreensões reais e verdadeiras do... Continue lendo →

Nosso intelecto apreende as coisas materiais por meio da abstração das imagens na nossa memória sensorial? Primeira parte, questão 85, artigo 1, parte 4 de 4.

1. Retomando para concluir. Esta é, com certeza, uma das partes mais complexas da Suma, mais técnicas; trata-se da teoria do conhecimento de Tomás. Ele pressupõe a existência de Deus, que a razão pode alcançar independentemente de revelação, como vimos... Continue lendo →

Nosso intelecto apreende as coisas materiais por meio da abstração das imagens na nossa memória sensorial? Primeira parte, questão 85, artigo 1, parte 2 de 4.

Nosso intelecto apreende as coisas materiais por meio da abstração das imagens na nossa memória sensorial? Primeira parte, questão 85, artigo 1, parte 2 de 4. 1. Retomando. Não somos anjos. Precisamos da nossa experiência concreta, das coisas que pudemos... Continue lendo →

Nosso intelecto apreende as coisas materiais por meio da abstração das imagens na nossa memória sensorial? Primeira parte, questão 85, artigo 1, parte 1 de 4.

1. Introdução. Já sabemos que, na terminologia clássica, a palavra “fantasma” é utilizada para designar aquela imagem coordenada, em nossa memória, que se forma pela união adequada dos dados que nossos sentidos externos obtêm, no seu contato com as coisas... Continue lendo →

Depois que nós inteligimos, precisamos ainda da imaginação para pensar? Primeira parte, questão 84, artigo 7, parte 3 de 3.

1. Retomando. Este assunto relativo à aprendizagem intelectual e à relação entre nosso corpo e nossa alma, quanto à nossa inteligência, é, ao mesmo tempo, sedutor e complexo. Temos a tendência a conceber nossa inteligência como desencarnada, angelical, abstrata, mas,... Continue lendo →

Depois que nós inteligimos, precisamos ainda da imaginação para pensar? Primeira parte, questão 84, artigo 7, parte 2 de 3.

1. Retomando. Somos corporais. Nosso corpo não é prisão da alma, nem castigo, nem um acidente que se une a uma alma que seria completa em si mesma. A nossa alma existe para estruturar um corpo, e nosso corpo para... Continue lendo →

Depois que nós inteligimos, precisamos ainda da imaginação para pensar? Primeira parte, questão 84, artigo 7, parte 1 de 3.

1. Introdução. Nós vimos, quando estudamos os sentidos externos e internos, que temos um sentido comum capaz de formar uma única imagem do objeto que estimulou nossos sentidos, e nossa memória é capaz de reter estas imagens, ou “fantasmas”; ou... Continue lendo →

Será que nosso conhecimento intelectual das coisas materiais naturais deriva do próprio exame delas? Primeira parte, questão 84, artigo 6, parte 2 de 3.

1. Retomando. Vimos, no texto anterior, o debate interessante entre citações de Santo Agostinho, que tendem a admitir algum tipo de iluminação direta do intelecto por Deus, numa linha mais platônica, e uma citação de Aristóteles, de que toda a... Continue lendo →

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