1. Retomando. Qual a extensão do descanso divino no sétimo dia? De que exatamente ele descansou? Eis o debate, que vimos no artigo anterior. Visitaremos agora as respostas de Tomás; primeiro a resposta sintetizadora, em que ele põe os parâmetros... Continue lendo →
1. Finalizando a resposta sintetizadora. De todas as operações que poderiam nos levar a acreditar que os astros são seres vivos, restou apenas atividade de locomoção, que, indubitavelmente, os astros celestes têm. Mas mover-se não é necessariamente um traço que... Continue lendo →
1. Relembrando o debate. Vimos que este artigo introduz no debate a possibilidade de que haja vida extraterrestre; não, é claro, sob o enfoque moderno de que existam seres extraterrestres, organismos vivos, morando em outros planetas. Aqui, o debate é... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, no texto anterior, a hipótese controvertida de que as finalidades, citadas na Bíblia, para a criação dos astros, seriam inadequadas. Vimos os cinco argumentos objetores, alguns até com um sabor bem contemporâneo para nós, e o... Continue lendo →
1. Retomando o assunto. Vimos, então, o belo paralelo entre os três primeiros e os três últimos dias, no relato da criação. Os três primeiros dias são estruturais, estabelecem as fundações imóveis do universo. Os três últimos são ornamentais, e... Continue lendo →
1. Retomando o debate. Este primeiro relato de criação, que percorre o primeiro capítulo do Gênesis e se encerra em Gn 2, 4, deve ter sido originado num meio sacerdotal, dizem os estudos bíblicos mais recentes. De fato, a criação... Continue lendo →
Desde o último texto, Tomás nos deixou numa situação de grande suspense: se a luz não é, ela mesma, uma substância, vale dizer, um ente que existe em si mesmo, por direito próprio 9digamos assim), mas apenas um acidente, ou... Continue lendo →
Como vimos no último texto Tomás conclui, muito corretamente, que, se existem coisas corporais perenes e não destrutíveis, elas têm que ser compostas por algum tipo de matéria fundamental diferente da matéria fundamental daquelas coisas destrutíveis. No entanto, como vimos... Continue lendo →
No texto anterior, vimos como a questão da observação dos corpos terrestres e celestes levou os antigos a constatações que eles precisavam explicar; o comportamento deles não parecia homogêneo, e tampouco parecia haver interação material entre estas duas esferas. Platão... Continue lendo →