Retomando para concluir. Deus age diretamente sobre suas criaturas, quando estabelece amizade com elas. E tão mais diretamente quanto maior for essa amizade. Isto quer dizer que a santidade não é um destino, no sentido de decorrer da ordenação das... Continue lendo →
Introdução. Talvez seja muito fácil conceber o universo como uma grande máquina, como fez Descartes e tantos pensadores modernos, a partir dele. Mas esta não é a melhor metáfora. Deus não é o “grande relojoeiro”, ou o “grande arquiteto”, que... Continue lendo →
Retomando. O destino é algo imutável, porque é o decreto prévio de um Deus onipotente e amoroso que conduz infalivelmente todas as coisas para onde ele quiser; mas ele sabe também que sua criação inclui criaturas livres, e por isso... Continue lendo →
Retomando para concluir. A Providência divina conduz todas as coisas criadas, respeitando suas especificidades e sua consistência causal, ao fim determinado por Deus, valendo-se da própria causalidade secundária das coisas para executar e receber, de modo ordinariamente mediado, os efeitos... Continue lendo →
Introdução. Perguntávamos, no texto anterior, em que medida o plano de Deus, a condução que ele faz da sua criação, está inscrita no próprio ser das coisas, e até que ponto ele se impõe autoritariamente de fora, constrangendo-as a seguir... Continue lendo →
retomando. Se a história tem um sentido, se o universo tem um gestor, será que isto significa que não existe espaço para o acaso, o fortuito, o coincidente e o casual? E se não houver um grande gestor do universo,... Continue lendo →