Na questão anterior, estudamos muito pormenorizadamente o modo pelo qual o anjo conhece, sem aprender, mas recebendo seus conhecimentos das coisas diretamente de Deus. No presente artigo, estudaremos não mais o como, mas o que os anjos conhecem. Neste primeiro... Continue lendo →
Deus intelige tudo, pensa tudo ao mesmo tempo e tem sempre todas as coisas, todos os conhecimentos, presentes em ato em sua inteligência. Ele não é como nós, que esquecemos das coisas, que conseguimos pensar apenas em algumas coisas de... Continue lendo →
Vimos, então, no texto anterior, a hipótese controvertida inicial de que, nos anjos, o pensamento coincide com a própria substância, ou seja, o pensar do anjo não é uma operação decorrente da sua existência, mas é o fundamento mesmo do... Continue lendo →
Como vimos no último texto, Tomás nos dá uma lição sobre a diferença entre "tempo de repouso" e "tempo de movimento" para nos explicar que essas teorias que tentam enquadrar o movimento dos anjos numa analogia com certos movimentos físicos... Continue lendo →
Há muitos sentidos em que se pode dizer que uma substância se corrompe. Ela o faz quando perde a sua forma substancial. Assim, por exemplo, um copo de vidro se quebra, e então já não é mais um copo, mas... Continue lendo →
Chegou, então, a hora de revisitar os argumentos objetores iniciais e responder a eles com os elementos estabelecidos na resposta sintetizadora, admitindo o que neles há de verdadeiro e bom e corrigindo o que há de equivocado. O primeiro argumento... Continue lendo →
No artigo anterior, debatemos sobre a corporeidade dos anjos, e vimos que os anjos são incorpóreos. Mas São Tomás acha necessário prosseguir na discussão, e debaterá se, além de incorpóreos, eles também seriam imateriais. Esta diferença é muito sutil e... Continue lendo →
No último texto, terminamos exatamente no início da resposta sintetizadora de São Tomás, no ponto em que ele explica que o mal existe no bem como em seu sujeito, ou seja, é de fato o bem que hospeda o mal,... Continue lendo →
No texto anterior, escrevi que “não há meio de obter um conhecimento intelectual sobre aquilo que antecede a própria existência de tempo e de espaço. Assim, o nosso conhecimento científico e filosófico não pode, a partir da abstração indutiva ou... Continue lendo →