1. Retomando. No texto anterior, começamos a estudar este primeiro artigo da questão 74 desta primeira parte da Suma. A hipótese controvertida, aqui, nega que a enumeração de sete dias seja adequada para descrever a criação. De fato, a hipótese... Continue lendo →
1. Breves palavras introdutórias. No artigo anterior que estudamos em três textos, a questão 71 debateu a criação das aves e peixes, para ornamentar as águas e a atmosfera; houve apenas um artigo, naquela questão. Aqui também, nesta questão 72,... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, no texto anterior, a hipótese controvertida de que as finalidades, citadas na Bíblia, para a criação dos astros, seriam inadequadas. Vimos os cinco argumentos objetores, alguns até com um sabor bem contemporâneo para nós, e o... Continue lendo →
O primeiro argumento objetor lembra que o relato de criação do Gênesis (1, 2) testifica que a Terra era “informe e vazia” ao ser criada. Assim, o argumento conclui que houve um tempo, no início da criação, em que a... Continue lendo →
Sabemos que todas as coisas mutáveis, ou seja, as coisas materiais, submetem-se a quatro causas: a causa material, isto é, a matéria da qual são formados, a causa eficiente, isto é, aquilo que os confecciona, a causa final, isto é,... Continue lendo →
Vamos imaginar que alguém, com habilidades mínimas para cozinhar, encontra, sobre a mesa de sua cozinha, os melhores ingredientes para um prato fácil. Não precisaria ser um grande cozinheiro para preparar uma comida gostosa. Mas imaginemos que alguém encontrasse apenas... Continue lendo →
No último texto, introduzimos o debate sobre a criação das coisas materiais, concretas, com que nos deparamos no nosso cotidiano. Normalmente, é fácil admitir que, há muito tempo, lá no começo, Deus criou o universo, talvez na forma daquela explosão... Continue lendo →
Estivemos discutindo, no tratado que acabamos de encerrar, a criação dos anjos. Sendo, como são, criaturas essencialmente espirituais, é fácil concebê-las como criaturas de Deus, imateriais, inteligentes, não sujeitas ao tempo e ao espaço, quase divinas em sua natureza. Mas... Continue lendo →
Que os anjos têm vontade é algo que ficou claro no último artigo, que comentamos em dois textos. O debate agora é um pouco mais técnico. O que é, qual a estrutura dessa vontade angelical? Ela é uma faculdade, ou... Continue lendo →