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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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criação na suma teológica

A alma humana é algo criado, ou é da mesma substância de Deus? Primeira parte, questão 90, artigo 1, parte 3 de 3.

1. Voltando ao debate. Não somos deuses. O universo não é Deus. E só isso nos pode dar razão para caminhar. Porque só há caminhada se houver um ponto de partida e um ponto de chegada; mas se tudo é... Continue lendo →

A alma humana é algo criado, ou é da mesma substância de Deus? Primeira parte, questão 90, artigo 1, parte 2 de 3.

1. Para retomar nosso percurso. Dizíamos, no texto anterior, que é muito difundida, hoje em dia, a ideia de que nossa alma seria divina, isto é, que somos todos, no fundo, deuses presos na matéria, e que a “iluminação” consistiria... Continue lendo →

A alma humana é algo criado, ou é da mesma substância de Deus? Primeira parte, questão 90, artigo 1, parte 1 de 3.

1. Introdução. Há muitas “filosofias” contemporâneas que defendem que há uma “fagulha de Deus” dentro de nós, no sentido de que nós, humanos, seríamos deuses presos em corpos. Nossas almas seriam, assim, “pedaços” de Deus que se desgarraram ou que... Continue lendo →

Será que o conjunto das potências vegetativas é composto pelas potências nutritiva, de crescimento e reprodutiva? Primeira parte, questão 78, artigo 2, parte 2 de 3.

1. Retomando o assunto. No último texto, vimos a hipótese de que o conjunto das potências vegetativas não envolveria três potências, a saber, a potência generativa ou reprodutiva, a potência nutritiva e a aumentativa ou de crescimento. Vimos, também, os... Continue lendo →

Por que é que uma alma espiritual e subsistente precisa unir-se à matéria, formando um ente corporal que é o ser humano? Primeira parte, questão 76, artigo 5, parte 3 de 3.

1. Retomando. |Colocados, no texto anterior, os fundamentos de sua posição, Tomás nos ensinou que a nossa natureza intelectiva pressupõe a sensibilidade para o processo de aprendizagem, e o nosso processo de aprendizagem pressupõe a alta capacidade de adaptação do... Continue lendo →

Será que o primeiro relato do Gênesis utiliza uma linguagem adequada para descrever a criação? Primeira parte, questão 74, artigo 3, parte 3 de 3.

1. Retomando. Vimos, nos textos anteriores, os quatro primeiros argumentos objetores, com suas respectivas respostas. De fato, trata-se de um artigo diferente, em que não há uma resposta sintetizadora separada, e tal modo que estamos tratando dos argumentos objetores conjuntamente... Continue lendo →

Será que o primeiro relato do Gênesis utiliza uma linguagem adequada para descrever a criação? Primeira parte, questão 74, artigo 3, parte 2 de 3.

1. Retomando. Como vimos no texto anterior, o debate aqui envolve saber se as palavras, ou seja, a linguagem escolhida pelo primeiro relato da criação é adequada, não somente no sentido estilístico (simetria, elegância, coesão), mas também no sentido de... Continue lendo →

Será que o primeiro relato do Gênesis utiliza uma linguagem adequada para descrever a criação? Primeira parte, questão 74, artigo 3, parte 1 de 3.

1. Introdução. Neste último artigo deste Tratado sobre a Criação, a linguagem usada pelo primeiro relato da criação estará sob intenso ataque. É um artigo peculiar, sem uma resposta sintetizadora separada e sem argumento sed contra. Os ataques serão de... Continue lendo →

Os “sete dias” do primeiro relato da criação seriam, na verdade, um único dia? Primeira parte, questão 74, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Retomando. Vistos os termos da resposta sintetizadora de Tomás, na qual ele registra as peculiaridades da interpretação de Santo Agostinho, comparada àquela dos demais intérpretes, quanto ao primeiro relato de criação do Gênesis. Agora, usando os princípios ali estabelecidos... Continue lendo →

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