O debate realizado nos dois artigos anteriores estabelecem que o sentido primeiro do relato bíblico é tratar da luz como realidade material mesmo, já que o sentido espiritual seria um uso extensivo. Ou seja, trouxe-nos para a literalidade da criação... Continue lendo →
Vimos, então, que a criação, para Tomás, envolve o estabelecimento da matéria fundamental, o processo de organização das coisas em si, pela sua estruturação (ou o estabelecimento das “formas”), a criação do lugar da glória, ou seja, daquele estado de... Continue lendo →
Colocados os termos do debate, que, como registramos, é um dos poucos em que Tomás se deixa levar por Aristóteles e aceita uma conclusão que a ciência moderna veio a desmentir, vamos estudar agora a resposta sintetizadora dele. Não sem... Continue lendo →
O problema de saber se as coisas saíram prontas e finalizadas das mãos de Deus, ou se a criação passou por uma fase de matéria informe, para depois dar origem, sucessivamente, às coisas individuais especificadas, era um problema realmente filosófico... Continue lendo →
No texto anterior, vimos o debate de ue os anjos seriam algo como demiurgos ou artesãos que, recebendo a matéria-prima criada por Deus, dariam forma às coisas corporais existentes na criação. Deus seria responsável, assim, por tirar a matéria do... Continue lendo →
Vamos imaginar que alguém, com habilidades mínimas para cozinhar, encontra, sobre a mesa de sua cozinha, os melhores ingredientes para um prato fácil. Não precisaria ser um grande cozinheiro para preparar uma comida gostosa. Mas imaginemos que alguém encontrasse apenas... Continue lendo →
No último texto, introduzimos o debate sobre a criação das coisas materiais, concretas, com que nos deparamos no nosso cotidiano. Normalmente, é fácil admitir que, há muito tempo, lá no começo, Deus criou o universo, talvez na forma daquela explosão... Continue lendo →