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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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conhecimento na suma teológica

Será que nossa mente humana consegue apreender diretamente, por experimentação própria, as coisas imateriais? Primeira parte, questão 88, artigo 1, parte 5 de 5.

Voltando para finalizar. Com este rico artigo, temos estudado qual é a base segura para a razão humana; não para desprezar o conhecimento analógico, ou mesmo o conhecimento recebido; eles são formas válidas, mas incompletas, de conhecer. O conhecimento próprio,... Continue lendo →

Será que nossa mente humana consegue apreender diretamente, por experimentação própria, as coisas imateriais? Primeira parte, questão 88, artigo 1, parte 4 de 5.

Retomando. Conhecer não é uma noção unívoca. Podemos tomar conhecimento das coisas, sem conhecê-las de fato. É o caso de um biólogo que estudou uma fruta existente num país longínquo, que ele nunca veio a experimentar; ele pode saber tudo... Continue lendo →

Será que nossa mente humana consegue apreender diretamente, por experimentação própria, as coisas imateriais? Primeira parte, questão 88, artigo 1, parte 3 de 5.

Voltando ao tema. Vimos, então, no último texto, a posição de três grandes pensadores (Platão, Aristóteles e Averróis) sobre a questão do modo pelo qual nossa mente pode (ou não) conhecer diretamente as chamadas “substâncias separadas”, isto é, aquelas coisas... Continue lendo →

Será que nossa mente humana consegue apreender diretamente, por experimentação própria, as coisas imateriais? Primeira parte, questão 88, artigo 1, parte 1 de 5.

Introdução. Já estudamos, nas questões anteriores, o modo pelo qual conhecemos aquilo que é o objeto próprio do nosso intelecto, ou seja, as coisas materiais que nos cercam. As criaturas, constituídas de forma e matéria, são o objeto próprio da... Continue lendo →

Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Para finalizar. O autoconhecimento é, pois, um processo essencialmente existencial. Somente no caminhar posso me conhecer, perceber meus vícios, minhas qualidades, minhas virtudes e meus defeitos. Percebo-me, naquilo que os filósofos de hoje chamam de “perspectiva da primeira pessoa”:... Continue lendo →

Nosso intelecto pode ter ciência do futuro? Primeira parte, questão 86, artigo 4, parte 3 de 3.

1. De volta. Quão importante é defender a capacidade do intelecto humano, sua possibilidade de conhecer as coisas, suas causas e até mesmo de participar da providência divina, antevendo as consequências em suas causas, para melhor administrá-las. É exatamente com... Continue lendo →

Nossa inteligência pode vir a conhecer o infinito? Primeira parte, questão 86, artigo 2, parte 1 de 3.

1. Introduzindo. O termo “infinito” não é unívoco. O que queremos dizer quando dizemos “infinito”? Algumas vezes estamos nos referindo àquilo que contém em si intermináveis perfeições, como Deus. Mas, outras vezes, estamos nos referindo àquilo que é indeterminado, impreciso,... Continue lendo →

Será que as ideias mais universais e abstratas são conhecidas em primeiro lugar por nós? Primeira parte, questão 85, artigo 3, parte 3 de 4.

1. Voltando ao debate. Vimos, então, que Tomás estabeleceu, na sua resposta, duas ordens para o processo humano de conhecimento: Conhecemos o singular, o concreto, antes de conhecermos aquilo que é universal e abstrato, uma vez que o conhecimento sensorial... Continue lendo →

Será que as ideias mais universais e abstratas são conhecidas em primeiro lugar por nós? Primeira parte, questão 85, artigo 3, parte 2 de 4.

1. Retomando. Estabelecer o modo pelo qual conhecemos o universal, que é o propriamente intelectivo, é de grande interesse: estabelece, inclusive, a nossa humanidade, o nosso modo humano de saber, frente ao modo, por exemplo, estritamente animal, por um lado... Continue lendo →

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