1. Retomando. Há conhecimentos intelectuais, em nós, que não chegam a envolver imagens. É o caso, como vimos no último texto, de certos conhecimentos matemáticos muito abstratos, como a possibilidade de calcular figuras geométricas com mais do que três dimensões.... Continue lendo →
1. Introdução. Agora, neste artigo, fica mais claro o assunto desta questão: estamos falando dos seres propriamente imateriais, como os anjos. Deus é imaterial também, mas não porque seja um ente desprovido de matéria, como os outros, mas porque está... Continue lendo →
1. Para finalizar. O autoconhecimento é, pois, um processo essencialmente existencial. Somente no caminhar posso me conhecer, perceber meus vícios, minhas qualidades, minhas virtudes e meus defeitos. Percebo-me, naquilo que os filósofos de hoje chamam de “perspectiva da primeira pessoa”:... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, o paradoxo de ser uma criatura material que vive entre coisas materiais, e que portanto vive a sua própria contingência num mundo contingente, sua própria concretude individual num mundo concreto, e a natureza do intelecto como... Continue lendo →
1. Retomando. Não somos anjos. Nosso conhecimento do mundo, portanto, não se dá simplesmente pela posse de um conjunto de universais abstratos que vão se deparando com um mundo que se dá ao nosso poder, mas não à nossa sensibilidade;... Continue lendo →
1. Introdução. Aqui se vê o paradoxo da inteligência humana em toda a sua crueza, um paradoxo que tem levado a tantos problemas e erros pelos séculos, quanto à relação entre a realidade concreta que nos cerca – e cujo... Continue lendo →
1. Introdução. A questão do erro na intelecção é um tema muito interessante. Aqui é o lugar em que vemos a confiança de Tomás na capacidade humana; de fato, como alguém já disse, Tomás concebe o intelecto como luz, de... Continue lendo →
1. Retomando. É surpreendente perceber a concretude e o realismo do pensamento de Tomás: ele discute sobre o conhecimento e as coisas concretas como realidades que se ligam, que têm em comum justamente os universais, as formas que permitem, por... Continue lendo →
1. Retomando. Estabelecer o modo pelo qual conhecemos o universal, que é o propriamente intelectivo, é de grande interesse: estabelece, inclusive, a nossa humanidade, o nosso modo humano de saber, frente ao modo, por exemplo, estritamente animal, por um lado... Continue lendo →