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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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conhecimento intelectual

Será que o conhecimento intelectual que adquirimos em vida permanece em nós depois da morte? Primeira parte, questão 89, art. 5, parte 3 de 3.

1. Retomando. Há conhecimentos intelectuais, em nós, que não chegam a envolver imagens. É o caso, como vimos no último texto, de certos conhecimentos matemáticos muito abstratos, como a possibilidade de calcular figuras geométricas com mais do que três dimensões.... Continue lendo →

Pode-se vir a conhecer os entes imateriais a partir do conhecimento das coisas materiais? Primeira parte, questão 88, artigo 2, parte 1 de 3.

1. Introdução. Agora, neste artigo, fica mais claro o assunto desta questão: estamos falando dos seres propriamente imateriais, como os anjos. Deus é imaterial também, mas não porque seja um ente desprovido de matéria, como os outros, mas porque está... Continue lendo →

Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Para finalizar. O autoconhecimento é, pois, um processo essencialmente existencial. Somente no caminhar posso me conhecer, perceber meus vícios, minhas qualidades, minhas virtudes e meus defeitos. Percebo-me, naquilo que os filósofos de hoje chamam de “perspectiva da primeira pessoa”:... Continue lendo →

Será que nós conhecemos aquilo que é temporário, contingente e passageiro? Primeira parte, questão 86, artigo 3, parte 2 de 2.

1. Retomando. Vimos, então, o paradoxo de ser uma criatura material que vive entre coisas materiais, e que portanto vive a sua própria contingência num mundo contingente, sua própria concretude individual num mundo concreto, e a natureza do intelecto como... Continue lendo →

A mente humana pode conhecer intelectualmente as coisas concretas em sua individualidade? Primeira parte, questão 86, artigo 1, parte 2 de 2.

1. Retomando. Não somos anjos. Nosso conhecimento do mundo, portanto, não se dá simplesmente pela posse de um conjunto de universais abstratos que vão se deparando com um mundo que se dá ao nosso poder, mas não à nossa sensibilidade;... Continue lendo →

A mente humana pode conhecer intelectualmente as coisas concretas em sua individualidade? Primeira parte, questão 86, artigo 1, parte 1 de 2.

1. Introdução. Aqui se vê o paradoxo da inteligência humana em toda a sua crueza, um paradoxo que tem levado a tantos problemas e erros pelos séculos, quanto à relação entre a realidade concreta que nos cerca – e cujo... Continue lendo →

Podemos chegar a inteligir algo falsamente? Primeira parte, questão 85, artigo 6, parte 1 de 3.

1. Introdução. A questão do erro na intelecção é um tema muito interessante. Aqui é o lugar em que vemos a confiança de Tomás na capacidade humana; de fato, como alguém já disse, Tomás concebe o intelecto como luz, de... Continue lendo →

Será que as ideias mais universais e abstratas são conhecidas em primeiro lugar por nós? Primeira parte, questão 85, artigo 3, parte 4 de 4.

1. Retomando. É surpreendente perceber a concretude e o realismo do pensamento de Tomás: ele discute sobre o conhecimento e as coisas concretas como realidades que se ligam, que têm em comum justamente os universais, as formas que permitem, por... Continue lendo →

Será que as ideias mais universais e abstratas são conhecidas em primeiro lugar por nós? Primeira parte, questão 85, artigo 3, parte 2 de 4.

1. Retomando. Estabelecer o modo pelo qual conhecemos o universal, que é o propriamente intelectivo, é de grande interesse: estabelece, inclusive, a nossa humanidade, o nosso modo humano de saber, frente ao modo, por exemplo, estritamente animal, por um lado... Continue lendo →

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