Busca

Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Tag

apetite sensorial

As potências sensoriais do irascível e do concupiscível podem ser ordenadas pela razão humana? Primeira parte, questão 81, artigo 3, parte 1 de 3.

1. Introdução. Existe, em nossos tempos, um certo “freudianismo popular” (uma extrapolação do pensamento de Sigmund Freud, famoso criador da psicoterapia), também ligado a interpretações de David Hume e outros iluministas, de que defendiam que as emoções e as paixões... Continue lendo →

A sensualidade pode ser dividida em duas potências diferentes, a saber, a irascível e a concupiscível? Primeira parte, questão 81, artigo 2, parte 2 de 2.

1. Voltando. Vimos, no texto anterior, como este movimento da inclinação, de simples atração ou repulsa (chamado de inclinação concupiscível) ao bem ou mal diretamente presente, não explica todas as inclinações do apetite sensível. Cabe, neste momento, uma digressão. A... Continue lendo →

A sensualidade pode ser dividida em duas potências diferentes, a saber, a irascível e a concupiscível? Primeira parte, questão 81, artigo 2, parte 1 de 2.

1. Introdução. A vida nunca parece tão simples como os livros. Não há filosofia que dê conta da complexidade do tecido da vida. De fato, parece simples, para nós, imaginar que a potência apetitiva sensorial, ou sensualidade, consiste em receber... Continue lendo →

Será que o apetite sensorial pode ser chamado de “sensualidade”? Primeira parte, questão 81, artigo 1, parte 1 de 2.

1. Introdução. Com dissemos no último texto, a palavra “sensualidade” adquiriu, para nós, uma significação muito sexual; de fato, como certa psicologia contemporânea, que se pretende científica mas é apenas redutiva, quis explicar todos os impulsos humanos como expressões não... Continue lendo →

O apetite sensorial e a vontade, que é o apetite intelectivo, são potências diversas? Primeira parte, questão 80, artigo 2, parte 1 de 2.

1. Introdução. O ser humano experimenta, em si, a fragmentação de suas inclinações, e isto está muito bem retratado na Carta aos Romanos, 7, 15: “Realmente não consigo entender o que faço; pois não pratico o que quero, mas faço... Continue lendo →

Blog no WordPress.com.

Acima ↑