1. De volta para terminar. Vimos, então, a resposta sintetizadora de Tomás, que nos ensina sobre a sucessão nos pensamentos: ainda que pensemos muitas coisas, em virtude dos muitos estímulos que recebemos e da ação da nossa memória e da... Continue lendo →
1. Voltando ao assunto. O debate, aqui, é importantíssimo. Será que o próprio Deus é a medida do nosso conhecimento intelectual, ou será que não atingimos realmente a essência das coisas, ao conhecê-las, e apenas construímos conceitos e nomes que... Continue lendo →
1. Para retomar. O intelecto, em si mesmo, é mais nobre que a vontade, e tem a prioridade em nós. Mas, em razão do seu objeto, a vontade pode vir a se tornar mais nobre que o intelecto, quando seu... Continue lendo →
1. Introdução. A vida nunca parece tão simples como os livros. Não há filosofia que dê conta da complexidade do tecido da vida. De fato, parece simples, para nós, imaginar que a potência apetitiva sensorial, ou sensualidade, consiste em receber... Continue lendo →
1. Introdução. O ser humano experimenta, em si, a fragmentação de suas inclinações, e isto está muito bem retratado na Carta aos Romanos, 7, 15: “Realmente não consigo entender o que faço; pois não pratico o que quero, mas faço... Continue lendo →
1. Retomada. Vimos, então, que os fins seguem as formas; assim, as inclinações multiplicam-se, conforme sigam a própria forma substancial do sujeito (inclinações ou apetites naturais), as formas sensíveis que ele apreende (inclinações sensoriais) ou as formas substanciais universais que... Continue lendo →
1. De volta. A consciência é, segundo o Catecismo, (citando a Gaudium et Spes 16) “o núcleo mais secreto e o sacrário do homem, no qual ele se encontra a sós com Deus, cuja voz ressoa na intimidade do seu... Continue lendo →
1. Introdução. Qual a diferença entre a consciência e a sindérese? O que são cada um destes dois aspectos da inteligência humana, tão difíceis de discernir? De um modo quase poético, e citando o documento Gaudium et Spes (parágrafo 16),... Continue lendo →
1. De volta ao debate. Esta ideia da sindérese, isto é, de um hábito natural, alcançado sem esforço, pelo qual interiorizamos o princípio básico da razão prática, que deve determinar o nosso agir (o bem deve ser feito e perseguido,... Continue lendo →