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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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antropologia tomista

Podemos inteligir muitas coisas ao mesmo tempo? Primeira parte, questão 85, art. 4, parte 3 de 3.

1. De volta para terminar. Vimos, então, a resposta sintetizadora de Tomás, que nos ensina sobre a sucessão nos pensamentos: ainda que pensemos muitas coisas, em virtude dos muitos estímulos que recebemos e da ação da nossa memória e da... Continue lendo →

Quando conhecemos as coisas, fazemos isto pelo conhecimento que o próprio Deus tem delas? Primeira parte, questão 84, artigo 5, parte 2 de 3.

1. Voltando ao assunto. O debate, aqui, é importantíssimo. Será que o próprio Deus é a medida do nosso conhecimento intelectual, ou será que não atingimos realmente a essência das coisas, ao conhecê-las, e apenas construímos conceitos e nomes que... Continue lendo →

A vontade é uma capacidade mais alta do que a inteligência? Primeira parte, questão 82, artigo 3, parte 3 de 3.

1. Para retomar. O intelecto, em si mesmo, é mais nobre que a vontade, e tem a prioridade em nós. Mas, em razão do seu objeto, a vontade pode vir a se tornar mais nobre que o intelecto, quando seu... Continue lendo →

A sensualidade pode ser dividida em duas potências diferentes, a saber, a irascível e a concupiscível? Primeira parte, questão 81, artigo 2, parte 1 de 2.

1. Introdução. A vida nunca parece tão simples como os livros. Não há filosofia que dê conta da complexidade do tecido da vida. De fato, parece simples, para nós, imaginar que a potência apetitiva sensorial, ou sensualidade, consiste em receber... Continue lendo →

O apetite sensorial e a vontade, que é o apetite intelectivo, são potências diversas? Primeira parte, questão 80, artigo 2, parte 1 de 2.

1. Introdução. O ser humano experimenta, em si, a fragmentação de suas inclinações, e isto está muito bem retratado na Carta aos Romanos, 7, 15: “Realmente não consigo entender o que faço; pois não pratico o que quero, mas faço... Continue lendo →

Os apetites ou inclinações são potências especiais da alma? Primeira parte, questão 80, artigo 1, parte 3 de 3.

1. Retomada. Vimos, então, que os fins seguem as formas; assim, as inclinações multiplicam-se, conforme sigam a própria forma substancial do sujeito (inclinações ou apetites naturais), as formas sensíveis que ele apreende (inclinações sensoriais) ou as formas substanciais universais que... Continue lendo →

A consciência também é uma potência ou capacidade humana separada? Primeira parte, questão 79, artigo 13, parte 3 de 3.

1. De volta. A consciência é, segundo o Catecismo, (citando a Gaudium et Spes 16) “o núcleo mais secreto e o sacrário do homem, no qual ele se encontra a sós com Deus, cuja voz ressoa na intimidade do seu... Continue lendo →

A consciência também é uma potência ou capacidade humana separada? Primeira parte, questão 79, artigo 13, parte 1 de 3.

1. Introdução. Qual a diferença entre a consciência e a sindérese? O que são cada um destes dois aspectos da inteligência humana, tão difíceis de discernir? De um modo quase poético, e citando o documento Gaudium et Spes (parágrafo 16),... Continue lendo →

Será que a inclinação do ser humano ao bem, que chamamos de sindérese, é uma potência da nossa alma intelectual? Primeira parte, questão 79, artigo 12, parte 3 de 3.

1. De volta ao debate. Esta ideia da sindérese, isto é, de um hábito natural, alcançado sem esforço, pelo qual interiorizamos o princípio básico da razão prática, que deve determinar o nosso agir (o bem deve ser feito e perseguido,... Continue lendo →

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