1. Introdução. Mais uma vez, vamos lidar com problemas e soluções que envolvem o estado em que a ciência se encontrava no tempo de Santo Tomás, mas o modo com que ele enfrenta os elementos do problema continua sendo magistral,... Continue lendo →
1. De volta. O corpo humano nos insere na criação, torna-nos semelhantes às outras criaturas, faz-nos homogêneos com a natureza. Mas temos uma dificuldade para aceitar isso; aceitar louvar o Senhor por todas as coisas de quem somos, pelo corpo,... Continue lendo →
1. De volta para encerrar. A unidade ontológica do ser humano é um princípio que precisa ser defendido a cada momento. O ser humano não é um “amontoado” de duas coisas; ele não é a união acidental de uma alma... Continue lendo →
1. Retomando. Trata-se, aqui, de defender veementemente a unidade ontológica e existencial do ser humano. Não há dúvidas sobre a capacidade da alma de sobreviver a essa ruptura que é a morte, e que não é apenas a morte do... Continue lendo →
1. Introdução. Muitas culturas e religiões creem que o ser humano, tal como o conhecemos no cotidiano – e portanto nós mesmos – não é uma unidade ontológica, isto é, o ser humano não é um ente com matéria e... Continue lendo →
1. Introdução. Que as almas humanas são criadas e não geradas já o sabemos; foi firmemente estabelecido nos artigos anteriores. Ela é subsistente, imperecível, imortal, e portanto é algo que supera os atributos da matéria. Mas havia, no tempo de... Continue lendo →
1. De volta. O mistério da alma humana não significa que ela é um objeto inadequado às especulações racionais. Significa apenas que ela não pode ser esgotada por nenhuma abordagem que vise desvendá-la: ela sempre estará além da nossa capacidade... Continue lendo →