1. Retomando a conversa. Vimos, no último texto, como Tomás coloca o debate sobre os cinco sentidos externos. A partir da hipótese inicial de que eles não se reduzem a cinco, são trazidos alguns argumentos que parecem tornar clara a... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, no último texto, não somente a reafirmação de que as potências vegetativas são mesmo a nutrição, o crescimento e a reprodução, como vimos também a hierarquia entre elas, com a superioridade da função generativa sobre as... Continue lendo →
1. Introdução. A experiência de estar morto é uma experiência que nenhum de nós tem. Mas uma coisa é fato: a morte é algo real. E de fato ela marca o fim da vida humana. Morto o ser humano, morto... Continue lendo →
1. Introdução. Mais uma vez, o que está em jogo, aqui, é a própria substancialidade do ser humano. Sendo uma substância, e não um amontoado caótico de características, capacidades e potências, o ser humano tem alguma ordem intrínseca que lhe... Continue lendo →
1. Retomando. No texto anterior, começávamos a debater esta “ordem intrínseca” nas capacidades ou potências humanas, que é, afinal, o fundamento para que uma ética seja possível. É preciso reconhecer uma ordem interna nas potências da alma? Ou todas as... Continue lendo →
1. Introdução. A alma tem capacidades, poderes ou potências. E elas se revelam muito diferentemente do modo pelo qual a onipotência divina se revela. O poder de Deus é uno, indiviso, completo e total. Ele não pode se especificar pelo... Continue lendo →
1. Introdução. A modernidade resistiu muito a esta noção de “poderes” que a escolástica, fundamentada na filosofia grega, ensinava. Para a modernidade, a ideia medieval de que alguma coisa acontecia porque alguma substância tinha o “poder” de fazer aquilo acontecer... Continue lendo →
1. Palavras de retomada. Este belíssimo artigo esconde seu valor incalculável pelo uso de uma linguagem metafísica muito complexa que nos parece, hoje, muito abstrata e técnica para ser compreendida. No entanto, ele traz uma análise que permitiria compreender melhor... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, portanto, que a alma representa uma totalidade, daquele tipo de totalidade que não admite divisões quantitativas, mas admite divisões lógicas e em partes virtuais, ou seja, ela representa aquela parte da composição humana que corresponde à forma,... Continue lendo →