1. Para retomar nosso percurso. Dizíamos, no texto anterior, que é muito difundida, hoje em dia, a ideia de que nossa alma seria divina, isto é, que somos todos, no fundo, deuses presos na matéria, e que a “iluminação” consistiria... Continue lendo →
1. Introdução. Há muitas “filosofias” contemporâneas que defendem que há uma “fagulha de Deus” dentro de nós, no sentido de que nós, humanos, seríamos deuses presos em corpos. Nossas almas seriam, assim, “pedaços” de Deus que se desgarraram ou que... Continue lendo →
As almas dos que já morreram podem continuar a se relacionar, a participar e a saber das coisas que se passam em nosso mundo? Primeira parte, questão 89, artigo 8, parte 3 de 3. 1. De volta. A morte não... Continue lendo →
1. Voltando. Ainda há quem pense que o céu e o inferno são locais físicos, e que a morte é só uma mudança de local. Há quem acredite que as almas separadas têm a capacidade de entrar naturalmente em contato... Continue lendo →
1. Introdução. A morte nos retira do tempo e do espaço. E este é um conceito muito difícil de compreender para a nossa mente humana, eminentemente temporal e espacial. Se, como já mencionamos em outros textos, é muito difícil para... Continue lendo →
1. Introdução. Após a morte, como vimos, perdemos todas as capacidades corporais, inclusive a memória concreta de tempo e lugar, e imaginação e a capacidade de interagir com aquilo que está inserido no tempo e no espaço. Restam-nos, então, os... Continue lendo →
1. Retomando. É essencial insistir que a sobrevivência da mente implica identidade; se, por um lado, somos imortais (quanto à nossa alma, essa imortalidade é natural), por outro a morte extingue irremediavelmente a nossa existência “animal”, mas não a nossa... Continue lendo →
1. De volta mais uma vez. Como vimos nos textos anteriores, a sobrevivência da alma humana, fragmentária como é, é percebida como um “dar-se conta de si mesma”, ter noção de que existe, e que existe como entidade individual, pensante... Continue lendo →
1. Voltando ao tema. A autopercepção é a chave. Essa “consciência de si mesmo” que ultrapassa, inclusive, a questão da memória. A memória está no corpo, depositada como um tesouro de vivências. Mas esse tesouro se perde com a morte,... Continue lendo →