1. De volta ao assunto. A experiência, relatada tanto na Bíblia quanto na filosofia, de ruptura entre os apetites humanos, parece confirmar a intuição de que há mais de uma potência apetitiva em nossa alma. É hora, agora, de examinar... Continue lendo →
1. Introdução. O ser humano experimenta, em si, a fragmentação de suas inclinações, e isto está muito bem retratado na Carta aos Romanos, 7, 15: “Realmente não consigo entender o que faço; pois não pratico o que quero, mas faço... Continue lendo →
1. Retomada. Vimos, então, que os fins seguem as formas; assim, as inclinações multiplicam-se, conforme sigam a própria forma substancial do sujeito (inclinações ou apetites naturais), as formas sensíveis que ele apreende (inclinações sensoriais) ou as formas substanciais universais que... Continue lendo →
1. Voltando. É realmente necessário compreender a inclinação das coisas, que é uma realidade que envolve todo o universo, inanimado ou vivo. A realidade da relação convive com a realidade da atração, da inclinação. Coisas como o ciclo da água... Continue lendo →
1. Introdução. O universo é concebido de uma maneira curiosa: as coisas se relacionam. E mais, as coisas se atraem, como demonstra a lei universal da gravitação. E mais do que isto, elas parecem se encaixar e mesmo, diríamos metaforicamente,... Continue lendo →
1. De volta. A consciência é, segundo o Catecismo, (citando a Gaudium et Spes 16) “o núcleo mais secreto e o sacrário do homem, no qual ele se encontra a sós com Deus, cuja voz ressoa na intimidade do seu... Continue lendo →
1. Retomando. Como vimos no texto anterior, a discussão aqui é sobre a consciência, isto é, a reflexão que fazemos sobre nosso agir, antes, durante ou depois dos eventos, de modo a ponderá-lo com o bem. Estamos diante do fenômeno... Continue lendo →
1. Introdução. Qual a diferença entre a consciência e a sindérese? O que são cada um destes dois aspectos da inteligência humana, tão difíceis de discernir? De um modo quase poético, e citando o documento Gaudium et Spes (parágrafo 16),... Continue lendo →
1. De volta ao debate. Esta ideia da sindérese, isto é, de um hábito natural, alcançado sem esforço, pelo qual interiorizamos o princípio básico da razão prática, que deve determinar o nosso agir (o bem deve ser feito e perseguido,... Continue lendo →