Introdução. Será que os planos de Deus se impõem como se fosse “de fora” às criaturas? Existe verdadeiro conflito entre aquilo que as criaturas são e aquilo que Deus quer para elas? Será que a nossa liberdade se opõe à... Continue lendo →
Retomando para finalizar. A liberdade de Deus, que inclui orientar o universo criado para o seu fim - que é ele mesmo - não concorre nem entra em conflito com a natureza das coisas e a liberdade das criaturas inteligentes,... Continue lendo →
retomando. Se a história tem um sentido, se o universo tem um gestor, será que isto significa que não existe espaço para o acaso, o fortuito, o coincidente e o casual? E se não houver um grande gestor do universo,... Continue lendo →
Introdução. Na questão anterior, o debate envolvia a ideia de um universo mecanicista, interinamente determinista, de tal modo que, dadas as forças naturais, de ordem física, química ou biológica, por exemplo, nada poderia escapar delas. O debate aqui é um... Continue lendo →
Retomando para concluir. Vimos, nos últimos textos, que Tomás já intuía que o universo material não é um simples mecanismo submetido implacavelmente a leis inescapáveis, mas guarda em si uma margem de indeterminação, mesmo quanto às coisas que não são... Continue lendo →
Retomando. Escapar de um determinismo rígido das forças naturais, eis o desafio de uma filosofia aberta à ciência. De fato, há, no universo, aquilo que se encaminha aos seus próprios fins a partir de forças externas, puramente; mas também há... Continue lendo →
Introdução. Sabemos que a modernidade, pelo menos até o desenvolvimento da física quântica, vê o universo material como um grande mecanismo, um grande relógio em que todas as partes funcionam num regime determinista. Assim, o matemático francês Laplace imaginava que... Continue lendo →
Retomando para concluir. Vimos, nos últimos textos, que esses seres malvados estão no campo espiritual, e portanto não sofrem a influência das forças físicas do cosmos - ao contrário, têm poder sobre elas. Em suma, a nossa ciência, derivada da... Continue lendo →
Retomando. É muito fácil esquecer, e muitas vezes realmente esquecemos, que o mal não é um evento material, embora possamos dizer que uma catástrofe natural, como uma enchente ou um furacão, são “maus”. Eles só são “maus” num sentido analógico,... Continue lendo →