Introdução. A questão, aqui, diz respeito à fixação de algo que pode parecer óbvio, mas é essencial, porque dificilmente pensamos nisso. Se, por um lado, Deus criou tudo em “seis dias”, e no sétimo descansou, como se diz no início... Continue lendo →
Retomando para concluir. É de admirar que, mesmo não tendo acesso à ciência que temos hoje, intui acertadamente quanto à natureza intelectual da pessoa humana, e quanto aos estágios embrionários com sucessivos desenvolvimentos de capacidades - a princípio apenas vegetativas,... Continue lendo →
Retomando. Estamos, neste debate, no campo da teologia. Mas não saímos do campo da razão, já que teologia é a tentativa de entender a revelação pelo discurso racional, ou seja, fé e razão andando juntas. Segundo a antiga concepção, a... Continue lendo →
Retomando. A nossa contemporaneidade está, rapidamente, esquecendo o significado da noção de “dignidade da pessoa humana”, e o faz não porque diminua a pessoa humana, mas porque estende a pessoalidade a tudo aquilo que pessoa não é, mas nega este... Continue lendo →
Introdução. O Livro do Gênesis (4, 1) traz uma interessante exclamação de Eva, quando veio a conceber Caim. Ela exclama: “ganhei um filho homem, graças ao Senhor” (ou com a ajuda do Senhor, dizem algumas traduções). Historicamente, isto sempre foi... Continue lendo →
Retomando para finalizar. Semelhante gera semelhante, diz o velho ditado que tem origem na antiga filosofia grega. O mundo criado como universo material está sujeito à corrupção, mas também está sujeito à geração: o mundo daquilo que tem matéria e... Continue lendo →
O debate sobre a reprodução animal explora se a natureza é suficiente para gerar vida ou se a intervenção divina é necessária. Tomás argumenta que a reprodução, baseada na interação entre corpo e alma sensorial, não ultrapassa a materialidade. Assim, Deus não precisa intervir, o que reflete a natureza mais circunscrita da dignidade animal.
O texto discute a reprodução dos seres vivos, com foco nas visões de Tomás sobre o papel dos genitores e a intervenção divina na criação da alma sensorial dos animais. Através de quatro argumentos, questiona-se se a vida é gerada por processos naturais ou requer a ação direta de Deus, refletindo sobre implicações éticas contemporâneas.
Retomando. Tratamos, neste debate, de pretensos fenômenos que decorreriam de um suposto poder que teriam as almas dos que já morreram sobre as coisas materiais do nosso mundo. Será que as almas separadas dos que já morreram teriam o poder... Continue lendo →