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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Existem mesmo três, e somente três, pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 2, parte 2 de 3)

No texto anterior, começamos a debater se há exatamente três pessoas em Deus, e se isto faz sentido também perante a razão. De fato, a hipótese controvertida inicial é exatamente a de que não haveria três pessoas em Deus; vimos... Continue lendo →

Existem mesmo três, e somente três, pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 2, parte 1 de 3)

Depois de determinar, no artigo anterior, que há várias pessoas em Deus, o presente artigo quer chegar ao seu número. Sabemos, de antemão, pela Revelação, que são três. Mais uma vez, São Tomás não teme interpelar a própria Revelação, abri-la... Continue lendo →

É razoável acreditar que há várias pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 1, 2 de 2).

Vimos, no texto anterior, como São Tomás estabelece que a pluralidade de relações subsistentes, em deus, pode ser o suporte adequado para a pluralidade de pessoas nele. Agora examinaremos as respostas de São Tomás aos argumentos objetores iniciais. O primeiro... Continue lendo →

É razoável acreditar que há várias pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 1, 1 de 2).

Vimos, pois, ao longo das questões passadas, a conclusão de debates profundos e importantes sobre as relações em Deus, sobre como elas são subsistentes e originam as hipóstases, e em que sentido podemos falar de pessoas, e especificamente de pessoas... Continue lendo →

Quando usamos a noção de “pessoa” para Deus, estamos nos referindo propriamente à sua substância ou às suas relações? (primeira parte, questão 29, artigo 4, 3 de 3)

Este longo artigo já nos rendeu dois textos anteriores, nos quais debatemos, com São Tomás, a ideia de que as hipóstases divinas são formadas pelas próprias relações, sem divisão da essência: Pai, Filho e Espírito são um só e mesmo... Continue lendo →

Quando usamos a noção de “pessoa” para Deus, estamos nos referindo propriamente à sua substância ou às suas relações? (primeira parte, questão 29, artigo 4, 2 de 3)

Este artigo, que começamos a discutir no texto anterior, traz uma pergunta realmente peculiar; se, em Deus, a noção de “pessoa” refere-se à substância divina ou mais propriamente às relações. Se adotássemos literalmente a definição de Boécio, clássica nos tempos... Continue lendo →

Quando usamos a noção de “pessoa” para Deus, estamos nos referindo propriamente à sua substância ou às suas relações? (primeira parte, questão 29, artigo 4, 1 de 3)

No texto anterior, debateu-se um pouco sobre a substância divina a partir do seu aspecto de incomunicabilidade, ressaltando, ali, a incomunicabilidade entre a divindade e a criaturalidade; aqui, trataremos da incomunicabilidade sob outro aspecto, ou seja, como aquela característica pessoal... Continue lendo →

Mas será que podemos aplicar a Deus a noção de “pessoa”? (primeira parte, questão 29, artigo 3, 2 de 2).

No texto anterior, vimos os termos do debate sobre a possibilidade de referir a noção de “pessoa” a Deus. Vimos os quatro argumentos objetores e o argumento sed contra. Passaremos a examinar, agora, a resposta sintetizadora de São Tomás. Ele... Continue lendo →

Mas será que podemos aplicar a Deus a noção de “pessoa”? (primeira parte, questão 29, artigo 3, 1 de 2).

Depois de estabelecer a definição de Boécio para pessoa, e de firmar o vocabulário filosófico adequado para lidar com ela, o debate agora envolve a questão mais diretamente teológica: trata-se de saber em que medida esta noção é aplicável a... Continue lendo →

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