Já vimos, no texto anterior, qual a noção de “criar” com a qual estamos trabalhando: trata-se de originar alguma coisa do nada. (Há um filósofo, especificamente Leibniz, que considera esta a pergunta mais importante a ser feita: por que há... Continue lendo →
Na questão anterior, estudamos a criação do ponto de vista de sua causalidade, ou seja, de que modo podemos dizer que Deus é a causa fundamental e primeira da criação. Agora estudaremos a criação em si mesma, quanto ao... Continue lendo →
No texto anterior, examinamos o artigo até a resposta sintetizadora de Tomás. Examinaremos agora as respostas específicas que ele dá a cada argumento objetor inicial. O primeiro argumento objetor afirma que Deus não pode ter uma relação com um fim;... Continue lendo →
Como todos notaram, nós saímos daquela parte da Suma dedicada ao estudo do que sabemos, pela razão e por revelação, a respeito do próprio Deus e estudamos agora a criação, ou seja, o cosmos em sua relação com o Criador.... Continue lendo →
No último texto, conversamos sobre a questão da chamada "causa exemplar da criação". A hipótese controvertida, proposta para aquecer o debate, era a de que essa causa seria, platonicamente, algo distinto de Deus, e os argumentos objetores caminharam no sentido... Continue lendo →
A filosofia nasce do espanto, dizem os antigos. Mas a nossa contemporaneidade desencantada já não se espanta, e por isso não filosofa. Achamos que já conhecemos, que já dominamos, e por isto perdemos a possibilidade de fazer as perguntas mais... Continue lendo →
No texto anterior, discutimos a respeito da marca da criaturalidade nos entes. Será que todos os entes têm em si esta marca, a marca da sua dependência de Deus, ou seja, será que a condição de “criatura” pode ser estendida... Continue lendo →